Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Pouca vergonha

Hetero, homo ou bissexuais: pesquisa revela quem tem mais libido

Uma pesquisa recente apontou que pessoas bissexuais vivem o sexo de maneira mais fluida e, por isso, podem ter mais libido

15/01/2026 20:34
Getty Images
Hetero, homo ou bissexuais: pesquisa revela quem tem mais libido

Se ainda existe a ideia de que desejo sexual segue uma fórmula fixa, um novo estudo internacional acaba de dizer o contrário. Publicada na revista científica Scientific Reports, uma pesquisa analisou dados de mais de 67 mil adultos e revelou um dado curioso: pessoas bissexuais relataram níveis mais altos de libido em comparação com participantes de outras orientações sexuais.

Receba no seu email as notícias da coluna Pouca Vergonha

Frequência de envio: Semanal

Ver todas as newsletters

Longe de criar estereótipos, o estudo ajuda a entender como o desejo é moldado mais do que por hormônios. Segundo os pesquisadores, a vivência bissexual costuma estar associada a uma relação mais fluida com a sexualidade — com menos regras engessadas e mais espaço para curiosidade, diálogo e prazer.

Estudo avaliou a libido

Para os especialistas por trás do levantamento, pessoas bissexuais tendem a experimentar a sexualidade com mais liberdade, o que pode favorecer uma conexão mais consciente com o próprio corpo e com o prazer.

Outro ponto interessante é que o estudo reforça algo que muita gente já suspeitava: a libido não é linha reta. Ela varia conforme o momento de vida, a qualidade das relações, o estresse, a autoestima e até o quanto a pessoa se sente à vontade para ser quem é. Nesse contexto, viver a sexualidade sem tantas amarras pode fazer diferença.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles
Hetero, homo ou bissexuais: pesquisa revela quem tem mais libido - destaque galeria
8 imagens
O uso de camisinhas previne, além de gravidez, diversas doenças sexualmente transmissíveis (DSTs)
A atividade sexual deve ser prazerosa em todas as etapas da vida
Cuidar da saúde sexual é importante para o bem-estar mental, psicológico e emocional
Diariamente, a Pouca Vergonha, coluna de sexo do <b>Metrópoles</b>, traz dicas para melhorar sua vida sexual
Pessoas sexualmente ativas devem fazer exames médicos periodicamente para assegurar a saúde
O bem-estar sexual é considerado um dos pilares da boa saúde pela OMS
1 de 8

O bem-estar sexual é considerado um dos pilares da boa saúde pela OMS

Getty Images
O uso de camisinhas previne, além de gravidez, diversas doenças sexualmente transmissíveis (DSTs)
2 de 8

O uso de camisinhas previne, além de gravidez, diversas doenças sexualmente transmissíveis (DSTs)

A atividade sexual deve ser prazerosa em todas as etapas da vida
3 de 8

A atividade sexual deve ser prazerosa em todas as etapas da vida

Reprodução
Cuidar da saúde sexual é importante para o bem-estar mental, psicológico e emocional
4 de 8

Cuidar da saúde sexual é importante para o bem-estar mental, psicológico e emocional

Getty Images
Diariamente, a Pouca Vergonha, coluna de sexo do <b>Metrópoles</b>, traz dicas para melhorar sua vida sexual
5 de 8

Diariamente, a Pouca Vergonha, coluna de sexo do Metrópoles, traz dicas para melhorar sua vida sexual

Getty Images
Pessoas sexualmente ativas devem fazer exames médicos periodicamente para assegurar a saúde
6 de 8

Pessoas sexualmente ativas devem fazer exames médicos periodicamente para assegurar a saúde

Getty Images
Brasileiro inicia vida sexual aos 18 anos e tem, em média, 10 parceiros na vida, indica pesquisa conduzida pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP)
7 de 8

Brasileiro inicia vida sexual aos 18 anos e tem, em média, 10 parceiros na vida, indica pesquisa conduzida pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP)

Getty Images
O sexo é considerado uma atividade física
8 de 8

O sexo é considerado uma atividade física

Getty Images

A pesquisa também joga luz sobre um grupo que ainda enfrenta muita invisibilidade — inclusive dentro da própria comunidade LGBTQIA+. Ao mostrar dados concretos sobre desejo e orientação sexual, o estudo contribui para quebrar mitos e abrir espaço para conversas mais honestas sobre prazer, identidade e liberdade.