Gil do Vigor não gosta de ser xingado no sexo; entenda comportamento
Na última segunda (6/7), Gil do Vigor declarou em um programa do GNT que não gosta de ser xingado no sexo. Sexóloga explica comportamento

Você é do time que transa com força ou do que faz amor? Para o apresentador Gil do Vigor, xingamentos e palavras “duras” na hora do prazer são completamente dispensáveis. O doutor em economia revelou a preferência por um sexo mais romântico durante o programa Papo de Segunda, exibido na última segunda-feira (6/7) no GNT.

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Ver todas“Não venha me esculhambar, não”, disse. “O que me deixa chateado é falar assim: ‘Vai, cachorro’, aí eu digo: ‘Oxente’. Uma vez eu estava ali no negócio, aí veio dar uns tapas em mim, começou a me xingar. Eu disse: ‘Epa! Está achando que aqui é o que, meu amor? Vai me bater? Vou lhe bater também. Você vai gostar?'”, prosseguiu.
É normal?
Assim como Gil, muitas pessoas criticam a “brutalidade” verbal na hora do rala e rola. No entanto, o que muita gente não sabe é que, além de bastante comum, este fetiche é considerado algo natural — e nem todos os casos tem, necessariamente, alguma explicação psicológica por trás.

A sexóloga Camila Voluptas explica à coluna que, ao contrário do que alguns acreditam, gostar de ser humilhado ou degradado nem sempre indica problemas ligados à autoestima ou a traumas. “Como manda a regra, nada de generalizar. Existem pessoas que simplesmente curtem estar numa posição de submissão”, afirma.
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Ainda assim, a especialista ressalta que também pode existir essa motivação por trás — e a diferença para o saudável está no que acontece fora da cama, como permitir que terceiros ajam com dominância em contextos rotineiros.

“Infelizmente, algumas circunstâncias causam essa necessidade. Quando é esse o caso, eu recomendo a terapia, pois se autoflagelar física e emocionalmente não é a cura dos traumas”, alerta.
Camila, portanto, reforça que tanto gostar quanto não gostar de humilhação verbal é algo completamente natural.
O alerta, porém, só existe quando há traumas psicológicos envolvidos na dinâmica de submissão e dominação. “Não estou ali para apanhar e sair roxo, não. Estou ali para sair com carinho”, pontuou Gil em outro trecho do programa.




