Espanhola: descubra curiosidades de prática que envolve pênis nos seios
A espanhola é uma técnica sexual que consiste em "penetrar" o espaço entre os seios da parceira. Confira curiosidades reveladas por sexóloga

Na tarde desta terça-feira (14/7), a Espanha bateu a França na semifinal da Copa do Mundo e venceu o duelo por 2 a 0. Independentemente de qual seleção estiver torcendo, a coluna Pouca Vergonha tem uma sugestão: fazer uma espanhola ainda hoje!

Receba no seu email as notícias da coluna Pouca Vergonha
Frequência de envio: Semanal
Ver todasEm resumo, a técnica sexual se caracteriza em “transar” com os seios: o homem “penetra” o espaço entre os peitos da parceira, que os aperta para aumentar a fricção.
Fato curioso sobre a espanhola
Ao Metrópoles, a sexóloga Tâmara Dias revela uma curiosidade: embora a técnica tenha esse nome em países como Brasil, Itália e França, na Espanha, ela é chamada de cubana. Na Argentina, por exemplo, é conhecida como turca; no Reino Unido, francesa; e, nos Países Baixos, russa.
“Além disso, algumas pessoas a chamam de ‘colar de pérolas’, por conta do sêmen que muitas vezes cai no pescoço da mulher quando o homem ejacula entre seus seios”, comenta.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesImportante saber
Segundo a especialista, vale ressaltar que, ao contrário do que algumas pessoas acreditam, não é necessário ter um busto grande. Para realizar a técnica, basta aproximar bem um peito do outro e apoiar o pênis com as mãos. Outro ponto importante é que o prazer pode ser sentido por ambos — já que a mama inteira é erógena.

“Nessas situações, acontece, na cabeça do homem, a troca do todo da mulher por uma área específica. Estes homens sentem mais prazer ao transar com seios do que na penetração vaginal ou anal”, explica Dias sobre o fato de alguns homens encararem como um fetiche.
Uma outra opção para inovar na cama, segundo Tâmara, é fazer a espanhola entre as nádegas.
Não se trata de penetração anal, mas apenas de encaixar o pênis na região da mesma forma que seria feita com os seios. “Proporcionar prazer para o outro também dá prazer”, conclui.















