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Pipocando

"Pânico na Band" exagera na cobertura da Comic Con e é banido do evento

Primeiramente, boa segunda-feira. Segundamente, um alerta: não estamos aqui para discutir a qualidade do “Pânico na Band”. Eu tenho uma opinião, você tem outra e, ainda bem, podemos ser felizes. No entanto, sabemos que a turma comandada por Emílio Surita aposta em um modelo de humor que vive no limite. Um tempero a mais e PIMBA, o caldo entorna.

07/12/2015 16:03, atualizado 07/12/2015 16:08
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“Pânico na Band” exagera na cobertura da Comic Con e é banido do evento
“Pânico na Band” exagera na cobertura da Comic Con e é banido do evento

Primeiramente, boa segunda-feira. Segundamente, um alerta: não estamos aqui para discutir a qualidade do “Pânico na Band”. Eu tenho uma opinião, você tem outra e, ainda bem, podemos ser felizes. No entanto, sabemos que a turma comandada por Emílio Surita aposta em um modelo de humor que vive no limite. Um tempero a mais e PIMBA, o caldo entorna.

Na noite desse domingo (29/11), o “Pânico” foi à Comic Con Experience (CCXP) realizar a cobertura do maior evento de cultura geek do Brasil. Lá, com aquele estilo de humor peculiar, o programa fez questão de humilhar, desrespeitar e, isso mesmo, abusar de alguns e de algumas participantes.

Eu, particularmente, não acho a menor graça em alguém lamber outra pessoa. Além disso, esse comportamento é tremendamente abusivo. Por conta, dessas atitudes, o Pânico virou alvo de críticas na internet.

Os organizadores da CCXP, que também comandam o site Omelete, publicaram uma nota de repúdio ao compartamento do programa.

É com tristeza e um sentimento de desgosto, então, que assistimos à maneira como o programa Pânico na Band, incapaz de lidar com o diferente, traz para dentro da CCXP seus preconceitos de gênero e seu franco desrespeito, entrevistando cosplayers com grosseria – chegando a lamber uma visitante. Depois desse incidente lamentável o Pânico na Band foi banido da CCXP 2015 e de todas as atividades organizadas a partir de hoje

Nota de repúdio da CCXP

“Mas os cosplayers, os nerds, os gamers, os cinéfilos e os leitores de quadrinhos são maiores, mais unidos e mais fortes. E um dia o contrato social de tolerância que estabelecemos dentro dessas convenções vai se espalhar porta afora, como um coro”, continuam os organizadores.

Ao “Pânico”, o recado: vacilou, hein?