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Paulo Cappelli

Rosa Weber defende Brasil inclusivo ao lançar Constituição traduzida para língua indígena

Ministra Rosa Weber, presidente do STF, participou do lançamento da primeira Constituição Federal traduzida para língua indígena

19/07/2023 20:26, atualizado 19/07/2023 20:28
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Supremo Tribunal Federal
STF Rosa Weber

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber, lançou nesta quarta-feira (19/7) a primeira edição da Constituição brasileira em língua indígena.

A Constituição em Nheengatu celebra o marco da Década Internacional das Línguas Indígenas (2022-2032) das Nações Unidas. Ela foi feita por 15 indígenas bilíngues da região do Alto Rio Negro e Médio Tapajós.

A cerimônia de lançamento aconteceu no município de São Gabriel da Cachoeira (AM), na maloca da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN). Rosa Weber lembrou o significado de algumas palavras indígenas e defendeu a valorização da cultura.

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Rosa Weber participou do lançamento e defendeu valorização da cultura indígena
Edição em Nheengatu foi feita por 15 indígenas bilíngues
Rosa Weber, presidente do STF, defendeu valorização dos povos indígenas
Primeira edição da Constituição em língua indígena foi lançada nesta quarta-feira (19/7)
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Rosa Weber participou do lançamento e defendeu valorização da cultura indígena
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Edição em Nheengatu foi feita por 15 indígenas bilíngues
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Rosa Weber, presidente do STF, defendeu valorização dos povos indígenas
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“Estamos hoje numa maloca, que aprendi que significa ‘casa de gente’. Estamos aqui, numa maloca, onde vejo algumas crianças, guris e gurias, para tratar do futuro do Brasil, do futuro da casa da nossa gente”, disse a ministra.

Segundo Rosa Weber, os cerca de 305 povos indígenas brasileiros são responsáveis pela preservação de 274 línguas nativas.

“Certa de que o dia de hoje é um marco na história constitucional do nosso país, o meu desejo é que sigamos avançando para juntos concretizarmos o que a nossa Constituição almeja, ou seja, que possamos construir juntos um Brasil verdadeiramente inclusivo”, disse a ministra.

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