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Paulo Cappelli

Nikolas reage à decisão do STF que encerrou CPMI do INSS: “Vergonhoso”

Deputado Nikolas Ferreira criticou decisão do Plenário do STF que derrubou a ampliação do prazo da CPMI por mais 60 dias

26/03/2026 19:50, atualizado 26/03/2026 21:24
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Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto
Emenda de Nikolas prevê que o governo arque com custos da 6x1

O deputado Nikolas Ferreira (PL) criticou o STF pela decisão que encerra os trabalhos da CPMI do INSS no próximo dia 28. O parlamentar defendeu os votos de André Mendonça e Luiz Fux a favor da prorrogação dos trabalhos da CPMI e classificou a decisão, que teve o placar de 8 votos a contra a prorrogação e 2 votos a favor, como “vergonhosa”.

“Parabéns André Mendonça e Fux pelo voto a favor da prorrogação da CPMI do INSS, que estava expondo ao povo brasileiro os criminosos envolvidos e dando um respiro de esperança contra a impunidade”, disse o deputado, em suas redes sociais.

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Ministro Luiz Fux, do STF, votou a favor da prorrogação da CPMI do INSS
Nikolas Ferreira (PL-MG)
Ministro André Mendonça é o relator do inquérito Banco Master no STF
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Ministro André Mendonça é o relator do inquérito Banco Master no STF

Gustavo Moreno/STF
Ministro Luiz Fux, do STF, votou a favor da prorrogação da CPMI do INSS
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Ministro Luiz Fux, do STF, votou a favor da prorrogação da CPMI do INSS

Victor Piemonte/STF
Nikolas Ferreira (PL-MG)
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Nikolas Ferreira (PL-MG)

Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto

“Infelizmente, os demais ministros votaram contra e encerraram a CPMI. Vergonhoso”, afirmou Nikolas.

Na sessão desta quinta-feira (26/3), os ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Nunes Marques, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Edson Fachin votaram pela derrubada da decisão monocrática do ministro André Mendonça, pela prorrogação dos trabalhos.

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Mendonça e Luiz Fux foram os únicos a defender a ampliação do prazo por mais 60 dias. “Um caso que envolve roubo de bilhões de reais dos mais vulneráveis da nossa sociedade, órfãos com suas mães, avós que cuidam dos seus filhos e dos seus netos não vão ter a resposta, ao menos do Congresso Nacional”, disse o ministro.