Paulo Cappelli

PL acionará STF para reverter inelegibilidade de Castro, diz Valdemar

Presidente do PL, Valdemar Costa Neto afirma que a legenda não tem “plano B” para a candidatura ao Senado e que a sigla acionará o STF

atualizado

metropoles.com

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Valdemar Costa Neto Moraes Bolsonaro
1 de 1 Valdemar Costa Neto Moraes Bolsonaro - Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

Presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto informou à coluna que a sigla acionará o STF para tentar reverter a inelegibilidade que foi imposta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a Cláudio Castro, ex-governador do Rio de Janeiro. A legenda pretende lançar Castro ao Senado Federal nas eleições deste ano.

“Nós vamos tentar, no STF, reverter esse quadro. Isso deve ser rápido. Não foi por unanimidade [a condenação no TSE]. Então vamos trabalhar para reverter. Temos que lutar. Temos chance. Lá no TSE, só 3 são ministros do STF”, disse Valdemar, argumentando que o colegiado da Suprema Corte pode ter uma interpretação diferente da adotada pela Justiça Eleitoral.

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Valdemar Costa Neto
Cláudio Castro aposta no STF
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Valdemar Costa Neto
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Valdemar Costa Neto

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Cláudio Castro aposta no STF
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Cláudio Castro aposta no STF

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Questionado se o PL tem algum “plano B” para o Senado caso Castro permaneça inelegível, Valdemar respondeu: “Não temos plano B. Temos esperança. Tivemos voto a favor. Vamos tentar, temos muita chance“, afirmou o dirigente.

A ausência de um “plano B” sinaliza uma estratégia de resistência política para evitar o esvaziamento da pré-candidatura de Cláudio Castro antes de uma decisão final do Supremo Tribunal Federal.

Do STF, 2 votaram pela absolvição

A condenação de Castro no TSE está fundamentada em acusações de abuso de poder político e econômico. O tribunal analisou irregularidades em projetos sociais e na folha de pagamentos da Ceperj [Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro], entendendo que houve desequilíbrio no pleito anterior. A defesa, no entanto, sustenta que não houve provas robustas de participação direta do político nos ilícitos apontados.

Votaram pela condenação as ministras Isabel Galloti (relatora da ação), Cármen Lúcia (presidente do TSE), Antonio Carlos Ferreira, Estela Aranha e Floriano de Azevedo Marques. Já os ministros André Mendonça e Kassio Nunes Marques votaram pela absolvição.

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