Paulo Cappelli

Gaspar se manifesta sobre investigação do TCU referente a emenda

Relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar afirma ter agido “dentro da legalidade” após TCU investigar emendas de R$ 6 milhões

atualizado

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O deputado Alfredo Gaspar (PL) afirmou ter agido dentro da legalidade no envio de R$ 6 milhões em emendas a São José da Laje (AL). O repasse é alvo de auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), conforme noticiou a coluna.

Segundo o parlamentar, as transferências atenderam a uma solicitação de Rodrigo Valença, ex-prefeito da cidade. Nos últimos meses, Gaspar ganhou projeção nacional como relator da CPMI do INSS.

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Deputado Alfredo Gaspar
Gaspar vê relatório ser rejeitado e CPMI pode terminar sem conclusão após sete meses
Relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gasparlfredo-gaspar
Alfredo Gaspar e Flávio Bolsonaro na filiação de Gaspar ao PL
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O deputado federal Alfredo Gaspar informa que todas as suas ações foram realizadas dentro da legalidade e das normas vigentes. Os recursos enviados a São José da Laje atenderam à solicitação do 1º suplente Rodrigo Valença, ex-gestor do município”, disse, por meio de nota. “Gaspar reconhece, ainda, a importância da cidade, que é um polo central da região e merece todo o prestígio do repasse”, completa.

Na manifestação, o deputado afirmou que os recursos foram destinados após a apresentação de um plano de trabalho e que a execução cabe à gestão municipal. “Os valores foram regularmente destinados ao município, após a apresentação de um plano de trabalho, cabendo à prefeitura a responsabilidade pela execução e correta aplicação dos recursos“, afirma.

Indícios de irregularidades

A auditoria foi aberta pela Corte para apurar possíveis irregularidades na aplicação dos R$ 6 milhões, distribuídos por meio de três emendas parlamentares. Os repasses foram feitos na modalidade de transferência especial, conhecida como “emenda Pix”, que permite o envio direto de recursos a prefeituras, sem a necessidade de convênios ou instrumentos mais detalhados.

De acordo informações obtidas pela coluna, o TCU identificou indícios de irregularidades após análise técnica. O órgão determinou que a prefeitura apresente documentos como contratos, notas fiscais, extratos bancários e informações sobre eventuais processos licitatórios para comprovar a correta aplicação do recurso público.

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