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Paulo Cappelli

Deputado do PL cobra respaldo da ONU e da OEA à derrubada de Maduro

Presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, deputado Filipe Barros chamou Maduro de “ditador” e “narcotraficante”

atualizado

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Cleia Viana/Câmara dos Deputados
Deputado Presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, Filipe Barros
1 de 1 Deputado Presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, Filipe Barros - Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa da Câmara, o deputado Filipe Barros (PL) cobrou respaldo da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Organização dos Estados Americanos (OEA) à prisão de Nicolás Maduro, capturado após a ofensiva norte-americana realizada em território venezuelano no último sábado (3/1).

Em nota divulgada em nome do colegiado, Barros classificou Maduro como “ditador” e “narcotraficante” e afirmou que sua retirada do poder “marca uma nova Independência para a Venezuela”.

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Deputado Filipe Barros cobrou respaldo da ONU e da OEA à prisão de Maduro
Maduro foi capturado no sábado (3/1)
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Maduro foi capturado no sábado (3/1)

Reprodução/Casa Branca
Deputado Filipe Barros cobrou respaldo da ONU e da OEA à prisão de Maduro
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Deputado Filipe Barros cobrou respaldo da ONU e da OEA à prisão de Maduro

Cleia Viana/Câmara dos Deputados

“Em nome da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, saúdo a operação dos EUA que pôs fim a mais de 20 anos de um regime totalitário que perseguiu, prendeu, torturou e assassinou milhares de opositores; que fraudou eleições e manteve-se no poder de forma ilegítima, violando direitos humanos e o Estado de Direito Democrático”, escreveu o deputado.

“A CREDN exorta a que governos e mecanismos de concertação política, como a Organização dos Estados Americanos (OEA) e a Organização das Nações Unidas (ONU), respaldem a queda e prisão de um líder usurpador e narcotraficante, priorizando a dignidade dos venezuelanos, principais vítimas desse regime de exceção”, sustentou Barros.

O presidente da Comissão de Relações Exteriores avaliou ainda que a queda de Maduro deverá exercer influência em toda a América do Sul, “onde o crime organizado [está] enraizado nas esferas de poder”.

Leia abaixo a íntegra da nota assinada por Filipe Barros:

Nota Oficial do presidente da CREDN, deputado Filipe Barros (PL/PR), acerca da queda do ditador Nicolás Maduro, na Venezuela.

Em nome da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, saúdo a operação dos EUA que pôs fim a mais de 20 anos de um regime totalitário que perseguiu, prendeu, torturou e assassinou milhares de opositores; que fraudou eleições e manteve-se no poder de forma ilegítima, violando direitos humanos e o Estado de Direito Democrático.

A derrubada do regime chavista liderado pelo ditador Nicolás Maduro, marca uma nova Independência para a Venezuela e inaugura um período que promete ser exitoso, de restabelecimento da ordem e da democracia num dos países mais belos e ricos de todo o mundo.

A CREDN exorta a que governos e mecanismos de concertação política, como a Organização dos Estados Americanos (OEA) e a Organização das Nações Unidas (ONU), respaldem a queda e prisão de um líder usurpador e narcotraficante, priorizando a dignidade dos venezuelanos, principais vítimas desse regime de exceção.

A queda do regime chavista marca um antes e um depois para o presente e o futuro de nossa região, onde o crime organizado enraizado nas esferas de poder, não tenham vez e onde um processo verdadeiro de integração, possa ser impulsionado.

Filipe Barros

Presidente.

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