Paulo Cappelli

Filipe Barros: “Militar da ativa no governo Bolsonaro foi equívoco”

Deputado afirmou que Bolsonaro hoje também reconheceria equívoco na participação de oficiais da ativa na gestão federal

atualizado

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Alan Santos / Assessoria do deputado Filipe Barros
Deputado Filipe Barros
1 de 1 Deputado Filipe Barros - Foto: Alan Santos / Assessoria do deputado Filipe Barros

Presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara, o deputado Filipe Barros (PL-PR)  afirmou em entrevista à coluna nesta quinta-feira (28/8) que a presença de militares da ativa no governo foi um equívoco.

“Foi um erro cometido, e acredito que o [ex] presidente Bolsonaro deva concordar com isso hoje”, disse o parlamentar.

Segundo Barros, a participação em cargos de confiança deveria estar restrita a militares da reserva. “Se um militar quer fazer parte de um governo, seja como ministro ou assessor especial da Presidência da República, tem que ir para a reserva”, declarou.

Durante o governo de Jair Bolsonaro, ao menos três ministros assumiram cargos enquanto ainda estavam na ativa: o general Eduardo Pazuello (Saúde); o general Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo/Casa Civil), que, meses depois, despediu-se do serviço ativo; e o general Walter Braga Netto (Casa Civil), que antecipou a passagem para a reserva após ser nomeado ministro.

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