Paulo Cappelli

Conselheiro de Trump elogia voto de Fux e defende Bolsonaro

Jason Miller, conselheiro de Donald Trump, afirma que Luiz Fux “destruiu” acusações contra Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado

atualizado

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Conselheiro Trump Jason Miller
1 de 1 Conselheiro Trump Jason Miller - Foto: Reprodução / Redes sociais

Conselheiro de Donald Trump e defensor de sanções impostas a Alexandre de Moraes, o empresário Jason Miller elogiou o voto do ministro Luiz Fux no julgamento de Jair Bolsonaro e de outros sete acusados por tentativa de golpe de Estado. O ministro defendeu a anulação total do processo por incompetência do Supremo Tribunal Federal (STF) para julgar a ação.

“O ministro Fux está absolutamente destruindo a guerra política de notícias falsas que Alexandre de Moraes vem travando contra o presidente Jair Bolsonaro e o povo de bem do Brasil. As acusações contra o presidente Bolsonaro são fraudulentas e inconstitucionais!”, afirmou o conselheiro do presidente dos Estados Unidos, em suas redes sociais, durante a leitura do voto de Fux nesta quarta-feira (10/9).

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Jason Miller é conselheiro de Trump
Jason Miller, ligado a Trump, foi detido por Moraes
Conselheiro Trump, Jason Miller atacou Moraes por contrato da esposa do ministro com o Master
O ministro do STF Luiz Fux votou pela anulação do processo contra Bolsonaro
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O ministro do STF Luiz Fux votou pela anulação do processo contra Bolsonaro

HUGO BARRETO/METRÓPOLES @hugobarretophoto
Jason Miller é conselheiro de Trump
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Jason Miller é conselheiro de Trump

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Jason Miller, ligado a Trump, foi detido por Moraes
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Jason Miller, ligado a Trump, foi detido por Moraes

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Conselheiro Trump, Jason Miller atacou Moraes por contrato da esposa do ministro com o Master
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Conselheiro Trump, Jason Miller atacou Moraes por contrato da esposa do ministro com o Master

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Em seu voto, Luiz Fux alegou que o STF não teria competência para julgar a ação contra Bolsonaro e os demais acusados de tentativa de golpe, uma vez que nenhum deles detém foro privilegiado. “Não estamos julgando pessoas com prerrogativa de foro. Estamos julgando pessoas que não têm prerrogativa de foro. O fundamento apontado nas preliminares é a ausência de prerrogativa de foro”, afirmou o ministro.

Organização criminosa

Fux também rejeitou a acusação de crime de organização criminosa armada, feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR), e criticou o volume de provas e a dimensão do processo, que, segundo ele, teriam prejudicado a defesa dos réus.

“A imputação do crime de organização criminosa exige mais do que a reunião de vários agentes para a prática de delitos. A simples existência de um plano delitivo não tipifica o crime de organização criminosa”, declarou.

Os próximos ministros da 1ª Turma do STF a votar no julgamento da tentativa de golpe de Estado são Cármen Lúcia e o presidente da Primeira Turma, Cristiano Zanin. Os posicionamentos serão apresentados nos dias 11 e 12, das 9h às 19h.

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