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Paulo Cappelli

Saiba por que Bolsonaro gravou em vídeo a reunião que virou alvo da PF

Então presidente da República, Jair Bolsonaro mandou que reunião ministerial em 2022 fosse gravada. Vídeo baseou operação da Polícia Federal

09/02/2024 15:41, atualizado 09/02/2024 15:55
Reprodução
Reunião de Bolsonaro com ministros sobre eleições

Uma curiosidade cerca a gravação da reunião ministerial, convocada por Bolsonaro antes das eleições de 2022, que baseou a operação da Polícia Federal contra o ex-presidente e aliados nesta quinta-feira (8/2).

Bolsonaro sabia que uma câmera registrava tudo o que acontecia na reunião. Na ocasião, ele estudava publicar recortes do encontro, que obviamente não comprometessem nem ele nem seus ministros, nas redes sociais.

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Depois que os trechos selecionados fossem publicados, a íntegra do vídeo seria deletada. E é aí que Mauro Cid ganha protagonismo na história.

O ajudante de ordens de Bolsonaro não só esqueceu de deletar o vídeo como o deixou salvo em um computador em sua própria casa, alvo de busca e apreensão.

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Mauro Cid guardou vídeo de reunião em seu computador, apreendido pela PF
Jair Bolsonaro e o ex-ajudante de ordens Mauro Cid
Tenente-coronel do Exército Brasileiro e ex-ajudante de ordem de Bolsonaro, Mauro Cid foi indiciado por vários crimes
Mauro Cid: ex-ajudante de ordens de Bolsonaro celebrou acordo de delação premiada
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Jair Bolsonaro e Mauro Cid
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Jair Bolsonaro e Mauro Cid

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Mauro Cid guardou vídeo de reunião em seu computador, apreendido pela PF
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Mauro Cid guardou vídeo de reunião em seu computador, apreendido pela PF

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Jair Bolsonaro e o ex-ajudante de ordens Mauro Cid
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Jair Bolsonaro e o ex-ajudante de ordens Mauro Cid

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Tenente-coronel do Exército Brasileiro e ex-ajudante de ordem de Bolsonaro, Mauro Cid foi indiciado por vários crimes
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Tenente-coronel do Exército Brasileiro e ex-ajudante de ordem de Bolsonaro, Mauro Cid foi indiciado por vários crimes

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Mauro Cid: ex-ajudante de ordens de Bolsonaro celebrou acordo de delação premiada
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Com especialização em estratégias militares, o descuido de Cid virou assunto nas rodas de Brasília.

Nas gravações, o general Augusto Heleno falou em usar a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para “acompanhar dois lados das eleições“.