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Paulo Cappelli

Após ataque a Alexandre de Moraes, sistema do CNJ é novamente invadido

Sistema do Conselho Nacional de Justiça foi invadido nesta quinta. Dias atrás, outra invasão ao CNJ mirou Alexandre de Moraes. PF investiga

20/01/2023 16:32, atualizado 20/01/2023 17:35
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Igo Estrela/Metrópoles
Twitter ministro Alexandre de Moraes

O sistema interno do Conselho Nacional de Justiça foi novamente invadido nesta quinta-feira (19/1). Dias atrás, invasão ao Banco Nacional de Mandados de Prisão do CNJ mirou Alexandre de Moraes. Na ocasião, credencial foi usada para inserir um falso mandado de prisão contra o ministro do STF.

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Segunda página do mandado de prisão "expedido" por Alexandre de Moraes
As três ações disciplinares são julgadas no Conselho Nacional de Justiça (CNJ)
Mandado de prisão "expedido" por Alexandre de Moraes
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Mandado de prisão "expedido" por Alexandre de Moraes

Reprodução sistema do CNJ
Segunda página do mandado de prisão "expedido" por Alexandre de Moraes
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Segunda página do mandado de prisão "expedido" por Alexandre de Moraes

Reprodução sistema do CNJ
As três ações disciplinares são julgadas no Conselho Nacional de Justiça (CNJ)
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As três ações disciplinares são julgadas no Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

Divulgação/CNJ

Procurado pela coluna, o CNJ confirmou a nova invasão ao sistema interno. A Polícia Federal instaurou inquérito para investigar o caso.

“Nesta quinta-feira (19/1), o Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação do Conselho Nacional de Justiça identificou acessos atípicos à plataforma GitLab, repositório de projetos desenvolvidos em ambiente colaborativo.

A plataforma foi retirada do ar e todos os acessos ao serviço foram temporariamente suspensos. O ambiente foi saneado e as credenciais comprometidas foram identificadas e desabilitadas. O acesso à plataforma será normalizado nesta sexta (20/1).

Foram implementadas novas medidas de segurança e a investigação quanto aos fatos permanece em sigilo, com inquérito já instaurado perante a Polícia Federal.”

O CNJ afirma que a parte operacional do site referente a medidas judiciais não foi afetada. O problema, diz, se restringe à área destinada à tecnologia da informação.

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