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“A minha arma foi a arte”, diz Jonathan Azevedo sobre racismo e preconceito

O ator é um dos convidados do programa Fala Celio!. Ju Ferraz também participou

atualizado 12/10/2021 14:09

O ator Jonathan Azevedo desabafou sobre o racismo e o preconceito contra pessoas negras no mercado audiovisual. Em entrevista ao programa Fala Celio!, o artista contou como usou seu talento para superar a questão.

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“A minha arma foi a arte”, declara Jonathan Azevedo em entrevista ao Fala Celio!, apresentado por Celio Ashcar Jr.

Jonathan Azevedo já esteve em importante novelas, como Páginas da Vida, Insensato Coração, Malhação Conectados e A Força do Querer.

“Eu não tinha planos de ser artista na minha vida. Nasci em uma comunidade no Leblon e não tinha acesso às grandes obras, mesmo que eu quisesse ter contato com a literatura, mas foi assim que conheci o teatro. Foi através dos livros que eu vi a força que a educação tem e é isso que eu quero levar para todos os jovens, porque o que mudou dentro do Jonathan foi saber de onde eu vim, saber o quanto minha mãe batalhou nesse universo cheio de preconceito, de dificuldades, para que ela pudesse me dar o melhor e assim ter um respeito muito mais amplo com a minha família e a minha comunidade. Sou muito grato pelo que estou vivendo agora. Tento levar para os jovens da comunidade para que não desistem dos seus sonhos e roubarem os seus sonhos”, completou o artista.

Além de Jonathan Azevedo, também participa do programa a influencer body positive Ju Ferraz. Ela fala sobre como superou duas crises de burnout.

“Foi muito doloroso, foi muito solitário e depois de tantos anos, o burnout ainda vive dentro de mim como uma ferida que cicatrizou. Milhares de reuniões, mensagens nas redes sociais, tudo isso faz com que a gente fique o tempo inteiro querendo dar conta de tudo e esquecendo do principal que é viver com saúde, equilíbrio e respeito ao próximo. O burnout me deixou no fundo do poço, mas me fez renascer. Não desejo a ninguém passar por isso, porque é uma síndrome muito forte”, conclui.

Colaborou Luiz Prisco

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