Mirelle Pinheiro

Quem é o advogado preso por esquema que desviou mais de R$ 14 milhões. Veja vídeo

O homem foi preso temporariamente, nesta quinta-feira (23/4), durante a Operação Operatio Infidelis

atualizado

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Reprodução/OAB
Anderson Oliveira Brito
1 de 1 Anderson Oliveira Brito - Foto: Reprodução/OAB

A coluna apurou que o advogado preso temporariamente nesta quinta-feira (23/4), durante a segunda fase da Operação Operatio Infidelitas deflagrada pela Polícia Civil de São Paulo (PCSP), foi identificado como Anderson Oliveira Brito (foto em destaque). Ele é apontado como um dos envolvidos em um esquema de fraude bancária que desviou mais de R$ 14 milhões de uma conta empresarial do Banco Santander.

 

Brito é sócio da Oliveira Brito & Brito Sociedade de Advogados, com sede na capital paulista. Imagens obtidas pela coluna mostram o interior do escritório, marcado por um ambiente sofisticado e mobiliário de alto padrão.

Na recepção, um sofá modular em formato de “L”, em tom cinza claro, divide espaço com puffs retangulares que funcionam como mesa de centro. Em uma das paredes escuras, um logotipo metálico dourado com as iniciais “OB” e o nome do escritório aparecem em destaque.

O ambiente conta ainda com poltronas em couro preto com detalhes em madeira e uma área integrada com mesa estilo bar e banquetas de estrutura dourada.

Operação

Ao todo, a Justiça expediu cinco mandados de prisão temporária — incluindo o do advogado — e 22 de busca e apreensão, cumpridos em cidades da Grande São Paulo, interior paulista e no estado de Goiás. Cerca de 55 policiais participaram da ação. Até o momento, duas pessoas foram presas.

Durante a operação, os policiais também apreenderam sete veículos de luxo avaliados em milhões de reais. Entre os modelos estão um Bentley, uma Toyota Hilux SW4, uma Ford F-150 Shelby, dois Porsche (Macan e Panamera), além de um BYD e um Jaguar.

De acordo com as investigações, o grupo criminoso conseguiu acessar a conta da empresa vítima ao habilitar, de forma irregular, credenciais corporativas. A polícia apura a existência de conluio interno, além do uso de técnicas de engenharia social para sequestrar a identidade digital da empresa.

Após o acesso, os valores foram rapidamente disperos por meio de transferências via TED, Pix e emissão de boletos, dificultando o rastreamento do dinheiro.

Na primeira fase da operação, já haviam sido apreendidos dispositivos eletrônicos e quantias em dinheiro com os investigados.

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