Mirelle Pinheiro

Professor que estuprou adolescente já foi denunciado por zoofilia

Ele dava aulas em pelo menos duas escolas particulares da capital e já atuou em instituições públicas de Maceió e Rio Largo

atualizado

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Reprodução/TV Pajuçara
Imagem de câmeras de segurança de suspeito de estuprar criança em AL
1 de 1 Imagem de câmeras de segurança de suspeito de estuprar criança em AL - Foto: Reprodução/TV Pajuçara

Um professor de geografia, de 37 anos ,foi preso na madrugada desaa quarta-feira (17/9), em Maceió (AL), acusado de estuprar um adolescente de 13 anos, autista. O crime ocorreu no bairro da Serraria e foi registrado por câmeras de monitoramento, que flagraram o momento em que o homem busca a vítima no condomínio onde ela mora.

Segundo as investigações, o suspeito, que também é bacharel em direito e educador socioambiental, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), já havia sido denunciado em 2024 por zoofilia e armazenamento de material contendo abuso sexual infantil. Ele dava aulas em pelo menos duas escolas particulares da capital e já atuou em instituições públicas de Maceió e Rio Largo.

De acordo com a mãe do adolescente, mudanças de comportamento do filho já chamavam a atenção antes do abuso. Ela descobriu que o professor vinha enviando mensagens ao garoto por meio de um aplicativo de namoro. Para se aproximar da vítima, o homem usava nome falso e chegou a se passar pelo pai do adolescente, inclusive utilizando um carro semelhante ao dele.

Na segunda-feira (15), dia do crime, a mãe saiu para uma consulta médica com outro filho quando foi informada pelo porteiro de que o garoto havia deixado o condomínio na companhia de um homem barbudo e tatuado. O adolescente voltou para casa depois e relatou o abuso.

As imagens de câmeras de segurança e informações sobre o veículo, um carro prata, ajudaram a polícia a localizar o suspeito, que foi preso e conduzido à Delegacia de Crimes Contra Crianças e Adolescentes da Capital (DCCCA), onde o caso é investigado pela delegada Talita Aquino.

Apesar do histórico de denúncias graves, o professor negou o crime e disse não conhecer a vítima. A investigação, porém, já identificou que o encontro teria sido marcado por meio do Grindr, aplicativo voltado a maiores de 18 anos.

O homem está preso preventivamente e deve responder por estupro de vulnerável, crime que prevê pena de até 15 anos de prisão.

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