Morta a tiros, "Diaba Loira" tinha 70 mil seguidores nas redes sociais
A mulher foi morta na noite de quinta (14/8) em um suposto confronto entre criminosos do Comando Vermelho (CV) e Terceiro Comando Puro (TCP)

Eweline Passos Rodrigues (foto em destaque), a traficante de 28 anos mais conhecida como “Diaba Loira”, morta a tiros na quinta-feira (13/8), em Cascadura, na Zona Norte do Rio de Janeiro (RJ), acumulava milhares de seguidores nas redes sociais.
Procurada por envolvimento com o tráfico e organização criminosa, ela era acompanhada por quase 70 mil seguidores somente em um perfil nas redes sociais.
Desertora do Comando Vermelho (CV) e recém-aliada ao Terceiro Comando Puro (TCP), ela costumava publicar fotos e vídeos ostentando armamentos de grosso calibre, além de vídeos com recados aos seus rivais.
Dias antes de ser morta, “Diaba Loira” havia postado uma frase polêmica na internet: “Não me entrego viva, só saio no caixão”.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Mirelle PinheiroA traficante ganhou notoriedade não só por ostentar os fuzis, mas por desafiar, constantemente, inimigos e as forças de segurança.
De vítima a criminosa
Antes de entrar para o mundo do crime, em meados de 2022, a mulher vivia em Santa Catarina (SC), estado em que nasceu, era casada e publicava momentos ao lado do esposo e de seus dois filhos.
No entanto, sua rotina foi completamente modificada após sofrer uma tentativa de feminicídio e fugir para o Rio de Janeiro (RJ). Em solo fluminense, a mulher se aliou ao Comando Vermelho (CV) e passou a viver do tráfico de drogas.
Recentemente, ela havia deixado o CV e passado a integrar o Terceiro Comando Puro (TCP), facção rival.
















