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Mirelle Pinheiro

Jovem que morreu em salto de rope jump planejava casamento; leia carta

Familiares de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas publicaram uma carta detalhando a trajetória de vida da jovem que morreu no dia 13 de junho

24/06/2026 12:50, atualizado 24/06/2026 12:51
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Reprodução/Instagram
Jovem que morreu em salto de rope jump planejava casamento; leia carta

A família de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas — a jovem que morreu aos 21 anos, em 13 de junho, após ser arremessada em um salto de rope jump sem estar presa aos equipamentos de segurança — publicou, nas redes sociais, uma carta aberta detalhando a trajetória de Eduarda.

No texto, os familiares contam que a jovem, carinhosamente chamada de “Duda”, nasceu em 25 de dezembro e desde sempre foi um “verdadeiro presente para a família”.

Formada em nutrição, Maria Eduarda cursava educação física e foi descrita por pessoas próximas como alguém “dedicada e estudiosa, com uma trajetória exemplar”.

“Duda nutria muitos sonhos para o futuro. Estava em um relacionamento e planejava se casar em breve, com o desejo de construir sua própria família e proporcionar a seus avós a alegria de conhecerem seus filhos. Todos esses projetos de vida foram ceifados.”
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Imagens inéditas mostram Maria Eduarda Rodrigues de Freitas momentos antes de salto mortal da ponte
Maria Eduarda foi a 17ª pessoa a saltar. Ela morreu após instrutores esquecerem de pôr corda de segurança. A jovem morreu por politraumatismo, após queda livre de quase 30 metros de altura.
A família da jovem publicou uma carta no Instagram
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas era professora de educação física e tinha 21 anos
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Maria Eduarda Rodrigues de Freitas era professora de educação física e tinha 21 anos

Instagram/Reprodução
Imagens inéditas mostram Maria Eduarda Rodrigues de Freitas momentos antes de salto mortal da ponte
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Imagens inéditas mostram Maria Eduarda Rodrigues de Freitas momentos antes de salto mortal da ponte

Record/Reprodução
Maria Eduarda foi a 17ª pessoa a saltar. Ela morreu após instrutores esquecerem de pôr corda de segurança. A jovem morreu por politraumatismo, após queda livre de quase 30 metros de altura.
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Maria Eduarda foi a 17ª pessoa a saltar. Ela morreu após instrutores esquecerem de pôr corda de segurança. A jovem morreu por politraumatismo, após queda livre de quase 30 metros de altura.

Reprodução
A família da jovem publicou uma carta no Instagram
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A família da jovem publicou uma carta no Instagram

Reprodução/Instagram

“Crime”

Sobre a morte da jovem, a família classificou como crime o fato ocorrido em 13 de junho de 2026, na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP).

“Este fato causa-nos uma profunda angústia e indignação. Neste momento de luto, a família Rodrigues, acompanhada por sua assessoria jurídica, busca por justiça. É fundamental que todas as responsabilidades sejam apuradas com rigor e que todos os envolvidos sejam devidamente responsabilizados por suas ações e omissões.”

A família finalizou o pronunciamento declarando que confia na atuação da Polícia Civil e do sistema judiciário de São Paulo para que os fatos sejam plenamente esclarecidos e que a memória de Maria Eduarda seja honrada. Eles ainda agradeceram pelo apoio e carinho que têm recebido.

“Desejamos, acima de tudo, que a elucidação deste caso sirva de alerta para que situações como esta não se repitam, protegendo assim a vida de outros jovens.”