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Mirelle Pinheiro

Imagens mostram Vorcaro algemado e embarcando escoltado para Brasília. Veja vídeo

Antes de seguir para o presídio, Vorcaro foi levado ao Instituto Médico-Legal do DF

atualizado

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Um vídeo gravado pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) mostra o momento em que o banqueiro Daniel Vorcaro é escoltado por agentes da Polícia Penal Federal no Aeroporto de São José dos Campos, no interior de São Paulo.


Nas imagens, ele aparece cercado por policiais penais federais enquanto é conduzido até uma aeronave da Polícia Federal, que o transportou para Brasília.

A transferência ocorreu na tarde desta sexta-feira (6/3), dois dias após a prisão preventiva do empresário em nova fase da Operação Compliance Zero. O destino foi a Penitenciária Federal de Brasília, onde ele chegou por volta das 16h.

Antes de seguir para o presídio, Vorcaro foi levado ao Instituto Médico-Legal do DF, onde passou por exames de corpo de delito, procedimento padrão para presos transferidos para o Sistema Penitenciário Federal.

Terceira transferência em três dias

A ida para Brasília marcou a terceira transferência de Vorcaro desde que foi preso pela Polícia Federal na quarta-feira (4/3).

Ele estava inicialmente custodiado na carceragem da PF e depois foi levado ao Centro de Detenção Provisória de Guarulhos. Em seguida, foi encaminhado à Penitenciária II de Potim, no interior paulista, de onde partiu para o aeroporto escoltado por policiais penais.

A transferência foi determinada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, relator do caso envolvendo o Banco Master.

A Polícia Federal argumentou que a mudança imediata de unidade prisional era necessária para garantir a integridade física do banqueiro e preservar as investigações.

Investigação da PF

Vorcaro é apontado pela Polícia Federal como líder de uma organização criminosa investigada por fraudes financeiras, lavagem de dinheiro e obstrução de Justiça.

Segundo os investigadores, o grupo teria criado uma estrutura paralela conhecida como “A Turma”, formada por diferentes núcleos responsáveis por coletar informações, monitorar adversários e pressionar pessoas ligadas às investigações.

Entre os presos, está Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”. De acordo com a PF, ele seria responsável por levantar dados pessoais e intimidar pessoas consideradas contrárias aos interesses do grupo.

Mourão tentou se matar após ser preso na carceragem da Polícia Federal em Belo Horizonte e segue internado em estado grave. A PF abriu um inquérito para apurar as circunstâncias da tentativa de suicídio.

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