Mirelle Pinheiro

Homem mata colega de trabalho, oculta prova e DNA em relógio o entrega

O suspeito foi preso nessa segunda-feira (25/5). Contra ele, havia um mandado de prisão preventiva em aberto expedido pela Justiça

atualizado

metropoles.com

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Divulgação
Polícia Civil Rio de Janeiro
1 de 1 Polícia Civil Rio de Janeiro - Foto: Divulgação

Policiais civis da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) do Rio de Janeiro prenderam, nessa segunda-feira (25/5), um homem investigado pelo feminicídio de uma colega de trabalho, morta a facadas na Zona Norte do Rio de Janeiro. Após o crime, o suspeito ainda tentou adulterar provas para dificultar a apuração do crime.

O homem foi localizado no bairro de Irajá (RJ). Contra ele, havia um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.

O crime ocorreu em junho de 2025, na Comunidade do Para Pedro, no bairro Colégio. Segundo as investigações, o suspeito e a vítima foram a uma festa e retornaram juntos em um carro de aplicativo até a residência da mulher.

Ao chegarem ao local, a vítima foi atacada com dezenas de facadas após uma luta corporal.

A polícia conta que, mesmo após o assassinato, o investigado continuou frequentando normalmente normalmente o local onde trabalhava com a vítima.

Durante as diligências, os policiais identificaram contradições no depoimento apresentado pelo homem. Um relógio apreendido com ele apresentou vestígios de sangue humano compatíveis com o DNA da vítima.

Além disso, a investigação apontou indícios de tentativa de obstrução das apurações, incluindo a troca das roupas usadas no dia do crime e a exclusão de conversas no celular do suspeito.

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