Mirelle Pinheiro

Guerra sangrenta: quarteto suspeito de tentar fazer chacina é preso

Segundo a PCRS, os quatro estão envolvidos com o tráfico de drogas. As vítimas, porém, não tinham ligação com o crime

atualizado

metropoles.com

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Divulgação/PCRS
PCRS
1 de 1 PCRS - Foto: Divulgação/PCRS

A Polícia Civil do estado do Rio Grande do Sul (PCRS) prendeu quatro pessoas em flagrante suspeitas de participação na tentativa de uma chacina que resultou na morte de uma pessoa e deixou outras sete feridas. O crime ocorreu no último dia 2 de agosto, em São Francisco de Paula (RS).

A investigação sobre o crime revelou que os três homens e a mulher estão ligados a outros crimes na região, incluindo diversos homicídios no município de Canela.

A tentativa de chacina ocorreu por volta das 2h de 2 de agosto. Em um bar, na Avenida Getúlio Vargas, dois indivíduos chegaram em uma motocicleta e dispararam indiscriminadamente contra as pessoas que estavam no estabelecimento. A ação resultou na morte de uma pessoa e sete feridos, alguns com lesões graves que exigiram transferência para hospitais da região.

A Polícia Civil afirma que as vítimas não possuem envolvimento com a criminalidade e sem antecedentes.A vítima que morreu não tinha vínculo com atividades ilícitas.

Após o crime,  a 2ª Região Policial do Interior iniciou uma investigação.

Descoberta

Ficou constatado que os quatro indivíduos presos em flagrante são suspeitos de envolvimento em homicídios e outros fatos em Canela, em julho, relacionados à disputa entre grupos criminosos pelo tráfico de drogas na região.

As ações, realizadas na serra, na região metropolitana e no litoral, contaram com apoio de policiais civis em Torres e a troca permanente de informações com a Brigada Militar.

Foram apreendidos veículos utilizados nos crimes mais recentes, além de objetos relevantes às investigações.

O delegado Vladimir Medeiros e a delegada Fernanda Aranha, responsáveis pela ação policial, referiram a dedicação e qualidade dos trabalhos das equipes policiais que, mesmo de folga, agiram por cerca de 24h investigando os fatos logo após ocorrerem, dando uma pronta resposta às comunidades.

O Diretor da 2ª DPRI (Gramado), delegado Gustavo Celiberto Barcellos, destacou a resposta firme e imediata da Polícia Civil, integrada com a Brigada Militar e demais instituições de Segurança, Ministério Público e Poder Judiciário. Ressaltou, ainda, a abnegação, competência e atuação técnica das equipes policiais na repressão qualificada aos grupos criminosos.

As autoridades policiais reiteraram o compromisso em responsabilizar todos os criminosos que têm agido na região.

As investigações policiais seguem.

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