Ex-subsecretário, pai de preso por estupro, é denunciado por ameaça. Veja vídeo
A coluna noticiou, nesta segunda (9/3), outro caso em que o ex-subsecretário foi exposto por conta de mensagens enviadas nas redes sociais

Pai de um dos investigados pelo estupro coletivo ocorrido em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro (RJ), o ex-subsecretário estadual José Carlos Costa Simonin (foto em destaque) também entrou na mira da Polícia Civil. Uma mulher identificada como Sherazade Medina teria registrado ocorrência contra o homem por ameaça. Ela acumula mais de 400 mil seguidores e se intitula “investigadora autodidata”.
Desde que o crime passou a estampar as manchetes de jornais, Sherazade tem publicado diversos vídeos cobrando justiça pelo caso.
José Carlos é pai de Vitor Hugo Oliveira Simonin e foi exonerado pelo governador Cláudio Castro do cargo de subsecretário estadual de Governança, Compliance e Gestão Administrativa após o crime vir à tona na imprensa nacional.
Conforme as informações da denúncia, a vítima teria publicado, em seu perfil nas redes sociais, um vídeo repercutindo o crime. O homem teria respondido a gravação em tom de deboche, sugerindo que a mulher “escondesse seus seios”.
“Ela é sua filha? É a sua cara. Kkk esconde esses peitos, independente”, escreveu o ex-subsecretário.
A mulher registrou a denuncia na 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana), unidade policial que investiga o estupro coletivo contra a adolescente.
Ameaça a advogado da vítima
A coluna noticiou, nesta segunda (9/3), outro caso em que o subsecretário foi exposto por conta de mensagens enviadas nas redes sociais. Nesse caso, ele teria xingado o advogado da adolescente de 17 anos.
No print divulgado, José Carlos teria escrito: “Você também está querendo cinco minutos de fama. Vai trabalhar para pagar as suas contas. Vagabundo”.
Em resposta, o advogado afirmou: “Caro ex-subsecretário, vagabundo não sou, sou sim advogado e trabalho bastante. Inclusive para que o vagabundo do seu filho continue enjaulado, respondendo na Justiça pelo estupro que lhe é imputado. Cada um ocupa o lugar que escolheu, eu ao lado da vítima, e o senhor, passando a mão na cabeça de estuprador. A Justiça seguirá fazendo o resto”.












