Milena Teixeira

Presidente da CCJ diz que líder de Lula chorou após derrota de Messias

À coluna, o presidente da CCJ, Otto Alencar, afirmou que Jaques Wagner ficou abalado após a derrota de Jorge Messias

atualizado

metropoles.com

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Roque de Sá/Agência Senado
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1 de 1 otto-alencar - Foto: Roque de Sá/Agência Senado

Um dos principais articuladores da indicação de Jorge Messias ao Senado, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Otto Alencar (PSD-BA), saiu em defesa da atuação do líder do governo, Jaques Wagner (PT-BA), durante a sabatina.

À coluna, Otto relatou que, após a derrota de Messias, retornou à Bahia no mesmo voo que Wagner. Segundo ele, o senador passou toda a viagem em silêncio e demonstrou abatimento ao ser questionado sobre o episódio.

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Líder do governo no Senado, Jaques Wagner
Líder do governo no Senado, Jaques Wagner falou sobre o presidente Lula
O presidente da CCJ do Senado, Otto Alencar (PSD-BA)
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O presidente da CCJ do Senado, Otto Alencar (PSD-BA)

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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES
Líder do governo no Senado, Jaques Wagner
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Líder do governo no Senado, Jaques Wagner

Rafael Nunes / Assessoria de imprensa do senador Jaques Wagner
Líder do governo no Senado, Jaques Wagner falou sobre o presidente Lula
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Líder do governo no Senado, Jaques Wagner falou sobre o presidente Lula

LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova
“A gente voltou no mesmo voo porque o governador Jerônimo Rodrigues cumpria agenda em Brasília.. Wagner não disse uma palavra e, quando o assunto surgiu, dava para ver lágrima no olho dele pela não aprovação”, afirmou.

Otto destacou ainda que Wagner teve papel importante na aprovação de ao menos três indicações do presidente Lula em seu terceiro mandato: os ministros do STF Flávio Dino e Cristiano Zanin, além do procurador-geral da República Paulo Gonet.

O chefe da CCJ também defendeu a necessidade de diálogo entre o Palácio do Planalto e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), mesmo após o revés.

“Minha posição nunca será outra. Enquanto alguns vão com balde de gasolina, eu prefiro levar água fria. É preciso ter consciência de que os Poderes precisam caminhar com entendimento para que o Brasil avance. O presidente também sabe que depende das duas Casas para aprovar pautas como a PEC da segurança e o fim da escala 6×1”, concluiu.

Jorge Messias, como mostrou a coluna de Igor Gadelha no Metrópoles, teria se sentido traído por integrantes do governo durante sua sabatina.

Posteriormente, em uma rede social, Messias citou nominalmente o líder do governo e o  senador Otto Alencar, classificando ambos como “amigos”. O AGU também agradeceu aos parlamentares que apoiaram sua indicação.

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