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Milena Teixeira

Governo reage à derrota de Messias: “É guerra”

Integrantes do governo falam em derrota e surpresa e afirmam que a relação com Alcolumbre fica “inviável”

Repórter de Milena Teixeira29/04/2026 20:07, atualizado 29/04/2026 21:01
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Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova
Presidente Lula

Ministros e assessores do presidente Lula reagiram à derrota histórica do ministro da AGU, Jorge Messias, no Senado Federal.

À coluna, integrantes do governo afirmaram ter sido pegos “totalmente de surpresa” com o resultado da votação.

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Indicado por Lula ao STF, Jorge Messias, exibe exemplar da Constituição Federal durante sabatina no Senado
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Jorge Messias teve nome aprovado em sabatina na CCJ do Senado nesta quarta-feira (29/4)
Jorge Messias durante sabatina na CCJ do Senado
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Jorge Messias durante sabatina na CCJ do Senado

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES
Indicado por Lula ao STF, Jorge Messias, exibe exemplar da Constituição Federal durante sabatina no Senado
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Indicado por Lula ao STF, Jorge Messias, exibe exemplar da Constituição Federal durante sabatina no Senado

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Jorge Messias teve nome aprovado em sabatina na CCJ do Senado nesta quarta-feira (29/4)
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Jorge Messias teve nome aprovado em sabatina na CCJ do Senado nesta quarta-feira (29/4)

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES

A avaliação interna é de que membros do Centrão, supostamente influenciados pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), teriam traído o governo.

Diante desse cenário, interlocutores do Planalto consideram que não há mais espaço para diálogo com Alcolumbre.

“Agora é partir para a guerra”,disse um ministro à coluna.

Mais cedo, como a coluna mostrou, integrantes do Palácio do Planalto entraram em campo para monitorar as ligações que Alcolumbre fez para colegas para atuar contra a indicação do indicado de Lula.

Reunião de emergência

Instantes após Messias sofrer a derrota, presidente Lula convocou seus principais líderes no Congresso Nacional para uma reunião de emergência.

O chefe do Palácio do Planalto acionou o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), e o líder do governo no Congresso Nacional, Randolfe Rodrigues (PT-AP).

Segundo apurou a coluna, o presidente chamou seus aliados para entender o que levou à derrota do ministro na votação.