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Milena Teixeira

Messias diz que continuará beija-mão com senadores: "Humildade e fé"

Ministro Jorge Messias afirma que vai dialogar com senadores após Lula anunciar que irá formalizar a indicação dele ao STF

31/03/2026 13:47, atualizado 31/03/2026 14:28
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VINÍCIUS SCHMIDT/ METRÓPOLES @vinicius.foto
Advogado-geral da União, e indicado por Lula ao STF, Jorge Messias Metrópoles 1

O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, afirmou nesta terça-feira (31/3) que continuará  a fazer o “beija-mão” pela sua indicação ao STF.

A declaração ocorre após o presidente Lula anunciar, durante reunião ministerial, que enviará ainda hoje ao Senado a mensagem formalizando sua indicação ao STF.

Messias diz que continuará beija-mão com senadores: “Humildade e fé” - destaque galeria
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Jorge Messias é ministro da Advocacia-Geral da União (AGU)
Jorge Messias no Senado
O dia terá início às 9h, com a sabatina de Jorge Messias na CCJ.
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O dia terá início às 9h, com a sabatina de Jorge Messias na CCJ.

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Jorge Messias é ministro da Advocacia-Geral da União (AGU)
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Jorge Messias é ministro da Advocacia-Geral da União (AGU)

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Jorge Messias no Senado
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Jorge Messias no Senado

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“Darei continuidade à minha jornada no Senado com humildade e fé. Buscarei novamente o diálogo com todos os senadores e senadoras, pois este é um momento que exige entendimento. Continuarei meu empenho pela pacificação e estabilidade. Como profissional do direito, sempre valorizei o diálogo e a conciliação como as melhores formas de resolver conflitos. Reafirmo meu compromisso com esses princípios”, declarou.

Lula vai enviar mensagem

Como mostrou o Metrópoles, Lula disse que vai formalizar ao Senado, nesta terça-feira (31/3),  a indicação de Messias. O envio ocorre 131 dias após o anúncio da indicação, feito em 20 de novembro do ano passado.

O petista preferiu adiar o encaminhamento da mensagem à Casa Alta — etapa necessária para dar início à sabatina do escolhido — por receio de que o AGU fosse rejeitado pelos senadores.

O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) era o nome defendido pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e por parte significativa dos parlamentares para ocupar o posto na Corte.

Os quatro meses de demora no despacho também expuseram um embróglio na relação entre Lula e Alcolumbre, revelando um ambiente de articulação delicado entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional.