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Paula Gertrudes: a executiva por trás de grandes campanhas publicitárias
Com mais de duas décadas de experiência, a especialista atua com produção artística e mapeia os melhores perfis para cada marca
atualizado
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Há mais de 21 anos atuando com produção artística, Paula Gertrudes, CEO da Cara de Conteúdo, é a pessoa por trás de grandes campanhas no Brasil. Ela faz a intermediação entre marcas e artistas. No entanto, a profissional não é empresária de artistas ou faz gerenciamento/gestão de carreiras. O escopo dela é mapear o mercado para achar a melhor combinação de perfil para atender os briefings da agência.
Atualmente, ela mantém em média 10 campanhas por mês no ar. As mais recentes foram: Pilotas para a Chevrolet com Paola Carosella e outras; Chitãozinho e Xororó para o Banco do Brasil; Paola Oliveira para a Pernambucanas; Claudia Leitte para a Perlatte; Rodrigo Santoro para o Bradesco Prime; Karol Conká para a Avon; Xuxa para a Americanas; Tiago Leifert para a Swift; Rita Lobo para a Camil; Nathalia Arcuri para a Estácio e Tatá Werneck para ENO.
Paula foi pioneira também na escolha de influenciadores para campanhas e no formato de live marketing, em que promoveu projetos artísticos no Brasil e em países como Dubai, México, Estados Unidos e Itália com artistas como Skank, Michel Teló, Chiclete com Banana, Roupa Nova e Jota Quest.
Publicitária de formação, Paula tinha experiência trabalhando com eventos e lidando com artistas. No entanto, aos poucos foi construindo um método próprio de curadoria artística para publicidade, em que leva em consideração o roteiro da marca, a disponibilidade do artista naquele segmento (ou seja, se ele não está atrelado a outra marca e campanha), afinidade com produto, valores, cenário político.
Com o tempo e as mudanças no mercado, Paula foi se adaptando. Ela relembra que antes os trabalhos eram celebrados por mídia espontânea e hoje, com o avanço da internet, o nível de exposição é muito maior para ambos os lados. Por isso, um olhar estratégico e holístico é ainda mais importante, especialmente porque o consumidor é o primeiro a notar se as conexões entre marcas e artistas são verdadeiras ou não. “Este é um casamento muito importante que todos têm a ganhar. A marca precisa entender com quem está se associando”, conclui.
