
Lucas PasinColunas

Tati Minerato expõe ex, cita “cilada” e relembra treta no Carnaval
Musa da Grande Rio, Tati Minerato revisita a separação, brinca com o ex e conta como encara as disputas e o nervosismo na Avenida
atualizado
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Veterana no Carnaval do Rio e de São Paulo, Tati Minerato estreou como musa da Grande Rio no mini desfile realizado neste domingo (30/11), na Cidade do Samba. A apresentação aconteceu às vésperas do Dia do Samba, comemorado nesta terça-feira (02/12), dando ainda mais clima de celebração ao evento.
Em entrevista exclusiva a este colunista do Metrópoles, Tati falou sobre sua nova fase na escola e revisitou, com humor, um capítulo antigo que ainda rende: o casamento com Marcelo Galático (sim, aquele mesmo do Power Couple Brasil).
Para quem perdeu a treta, Tati e Galático ficaram marcados na Gaviões da Fiel, escola de samba de São Paulo. Ela como rainha de bateria por nove anos e ele como diretor. O casal venceu o reality da Record em 2018, mas o prêmio não foi suficiente para segurar a relação. A separação aconteceu logo após a briga de Tati com Renata Teruel, então imperatriz da escola, durante um ensaio técnico. A confusão rendeu expulsão do desfile e afastamento dos envolvidos.
Ao revisitar o assunto, Tati tratou o passado com leveza e uma boa dose de ironia.
“Foi uma cilada. Já está esquecido, águas passadas e problema superado. Fora do Carnaval, realmente, não iria ficar. Mas tiveram alguns percalços no caminho e faz parte. A vida fluindo. Mas fico muito feliz de hoje estar como musa da Grande Rio. Essa escola que me abraçou e me recebeu com muito carinho. É uma grande família. Me sinto honrada.”
Com passagens como rainha de bateria nos dois principais carnavais do Brasil, Tati também comentou a troca de posto e o eterno debate sobre hierarquias na folia.
“Não é um rebaixamento de cargo. No Rio de Janeiro as musas são muito valorizadas, é um cargo disputadíssimo. Rainha de bateria é ainda mais disputado, porque é uma só em 12 baterias. Mas é um grupo muito seleto e é muito especial ser musa. Carnaval é festa, tem toda uma preparação para estar linda na Avenida. É tudo igual, só muda a posição.”
Assista a entrevista completa:
Nervosismo e aposentadoria
Mesmo com mais de duas décadas de Avenida, a estreia na Grande Rio veio acompanhada de frio na barriga.
“São mais de 20 anos de Carnaval e ainda dá frio na barriga. Não tem como não ficar nervosa. É uma coisa que mexe com a gente por dentro. Não tem como ficar normal e é muito nervosismo. Hoje em dia as pessoas julgam muito, tem muitos olhares. Não tem como ficar tranquila, sempre com aquele nervoso.”
E para quem acha que um dia ela vai pendurar a sandália, a resposta é direta: “Nunca mais, Carnaval sem Tati não tem como. Eu amo e não sei quando vem essa aposentadoria.”








