Fátima Bernardes responde se quer voltar a cobrir a Copa do Mundo
Fátima Bernardes esteve presente, desde 1998, em quatro edições da Copa do Mundo e chegou a ver o Brasil se tornar pentacampeão
atualizado
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Fátima Bernardes é um nome que marcou a cobertura da Copa do Mundo desde 1998. Até aqui, ela esteve presente em quatro edições do evento futebolístico, sendo enviada especial do Jornal Nacional, da TV Globo.
Ela, que recebeu o apelido “musa da Copa”, em 2022, após conquistar o carinho dos jogadores que venceram o campeonato, revelou para esta coluna do Metrópoles como é a experiência de, agora, assistir ao torneio.
“Eu estou super animada, sou aquela que tá sempre animada! Acho que é um momento que eu relembro com muito carinho tudo que eu vivi. Então, é muito forte”, disse ela em entrevista.
Apesar de não fazer mais parte do time da TV Globo, Fátima Bernardes afirmou que gostaria de estar acompanhando de perto a Copa do Mundo. “Claro, se eu pudesse, eu estaria lá. Mas é uma outra fase, um outro momento e vou estar por aqui torcendo, como torcedora”, avisou.
O papo com a apresentadora aconteceu na última semana, durante a estreia VIP do musical “Meu Filho é um Musical”. Fátima aproveitou a oportunidade para reforçar ser uma grande admiradora de Paulo Gustavo, que tem sua vida contada através da produção.
“Eu tenho certeza que essa homenagem é mais do que merecida e vai ser super lindo. Acho que eu vou me emocionar, mas, sendo com homenagem pra ele, eu vou me divertir muito”, comentou.
A apresentadora ainda relembrou uma mensagem que recebeu do humorista logo após revelar que estava enfrentando um câncer. “Foi daquela bem do estilo dele […] Ele falou pra mim: ‘Vamos parar com essa besteira! Vamos ficar boa que a gente tá te esperando, não sei o que'”, disse ela.
Fátima Bernardes, em seguida, relembrou que foi homenageada por Paulo Gustavo no seu aniversário. “Ele entrou com o bolo no Encontro, porque a mãe dele também estava lá e eu e ela fazíamos aniversário no mesmo dia. Então, foi lindo. Eu sei que pra ele foi forte, porque ele detestava fazer ao vivo, ele gostava de teatro, mas televisão ao vivo ele odiava”, contou.






