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Karol Conká é cheia de traumas de relacionamentos, diz especialista

Segundo a especialista em relacionamentos Luiza Vono, Karol Conká, no BBB21, se mostrou instável, mas com a bandeira de mulher segura

atualizado 15/02/2021 11:54

reprodução

Durante a festa desse sábado (13/02), Karol Conká falou de seu ex-affair Arcrebiano em conversa com Rodolffo. A cantora afirmou que “pegar um boy é válvula de escape” e que “depois, é jogo”.
Convidamos a especialista em relacionamento Luiza Vono para fazer uma análise de um dos bate-papos do ex-casal, quando Bil ainda estava na casa.

“A Karol viveu com o Arcrebiano algo que a maior parte das mulheres experimentam nas relações amorosas: as dores e traumas passados sendo transferidos para a história atual. Quem se expressa na conversa que rolou na madrugada do dia 9/2 é a Karol Conká, mas, quem dita o tom, é a bagagem e todos os traumas que ela carrega de relacionamentos anteriores malsucedidos”, analisa.

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Para a especialista, a cantora é instável emocionalmente, mas segura uma bandeira de mulher segura. “Bandeira que, na verdade, ela — e tantas outras mulheres — usa como espada para atacar seu inimigo: os homens. E para se defender deles, carrega o escudo do “você não vai me fazer de trouxa”. Quem carrega espada e escudo está pronto para o ataque e para a defesa. E é natural que qualquer um, acuado e com medo, corra para muito longe dessa pessoa. Não há espaço para a entrega leve, divertida, com liberdade e diálogo. Não há espaço para o ‘querer’ ou ‘não querer’ do outro.”

“Não foi diferente o que aconteceu com Arcrebiano. Na conversa da última madrugada, Carol começa já com a espada, acusando-o de ‘covarde’ e impondo: ‘Preciso que você me escute e não me interrompa’. Há pouco espaço para o outro falar, perguntar, entender”, completa Luiza Vono.

Para Vono, a conversa segue com a afirmação: “Você veio atrás de mim para a conquista, quando  você viu que estava tudo certo, você simplesmente cagou para mim”. De fato, partiu mesmo do Brother um primeiro flerte para Carol. “Mas está aí um grande erro das mulheres, entender um flerte como uma decisão de ter um relacionamento sério, quando, na verdade, um flerte demonstra ‘ei, tenho curiosidade para te conhecer um pouco mais’, e o desenrolar desse flerte é que vai dizer se faz sentido uma relação”, afirma.

Traumas passados

Ainda dentro da análise, a conversa segue com demonstrações de traumas passados. Conká diz, por exemplo: “Tenho problema com relacionamento… Todas as vezes que eu me relacionei, foram poucas vezes, eu acabei sendo a pessoa que banca a mãe, a psicóloga. Nunca tive uma experiência legal com nenhum homem”. Além disso, afirma: “Peguei um trauma de me relacionar com as pessoas”.

“No fundo, essa fala carrega uma certa cobrança de ‘você não pode me magoar, você não pode me ferir, você não pode me machucar’, ignorando que a única pessoa responsável pelos meus próprios sentimentos sou eu mesma”, diz Luiza Vono.

Percebe-se uma expectativa de relação, uma imaginação sobre tudo o que a gente juntos pode ser e viver. Uma distorção do que é real. “A Karol se define como uma mulher independente e segura. E esse discurso pode até condizer com a sua carreira e finanças, mas, nem de longe, envolve sua vida amorosa. O que vemos, em realidade, é uma mulher cheia de traumas, medos, inseguranças. Uma mulher que, com medo de sofrer de novo, acaba se autossabotando, acusando o outro e tendo atitudes e falas incoerentes com tudo o que prega”, finaliza Vono.

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