Compartilhar notícia

A vida de prisioneira domiciliar de Sara Giromini, mais conhecida por Sara Winter, anda “duríssima” como mostra uma foto publicada em uma rede social.
Por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a líder do grupo extremista “300 do Brasil” está usando uma tornozeleira eletrônica, não pode sair de casa e nem se aproximar do STF e do Congresso.

Sara Winter, de tornozeleira eletrônica, em dia de salão de beleza Reprodução Instagram

Oswaldo Eustáquio e Sara Winter são alvos de investigações sobre atos antidemocráticos Reprodução

Advogados de defesa de Sara Winter Reprodução/redes sociais

Sara Winter foi presa em 15 de junho de 2020, no âmbito da Operação Lumus, que investiga atos antidemocráticos contra o Supremo Tribunal Federal (STF). Ela foi liberada no dia 24 FACEBOOK/REPRODUÇÃO


A extremista é uma das líderes dos 300 do Brasil, movimento radical de apoio ao presidente Jair Bolsonaro Igo Estrela/Metrópoles

Sara Winter foi presa em 15 de junho de 2020, no âmbito da Operação Lumus, que investiga atos antidemocráticos contra o Supremo Tribunal Federal (STF). Ela foi liberada no dia 24 Igo Estrela/Metrópoles

Ela terá de usar tornozeleira eletrônica para permanecer em regime domiciliar Igo Estrela/Metrópoles

Ela teve a conta do Picpay suspensa após divulgar criminosamente dados de uma criança de 10 anos estuprada Igo Estrela/Metrópoles

A extremista Sara "Winter" Giromini Igo Estrela/Metrópoles

Sara Winter Reprodução

Sara Winter em frente à manifestação de apoiadores do presidente da República, Bolsonaro, no estacionamento do TSE, durante julgamento de ações que pedem a cassação da chapa Bolsonaro e Mourão Igo Estrela/Metrópoles

Sara Winter e o grupo 300 do Brasil na frente da Polícia Federal Rafaela Felicciano/Metrópoles

Sara Winter foi presa na manhã dessa segunda-feira (15/06) Igo Estrela/Metrópoles
A solução para cuidar da visual, foi chamar uma cabeleireira e uma manicure para atendê-la no conforto de sua casa. “Que sensação maravilhosa de ter o meu cabelo feitinho”, escreveu ela na legenda de uma foto.
O engraçado é que, na mesma conta de uma rede social, ela chora miséria e pede para os internautas fazerem doações em dinheiro.
Sara Winter ficou presa por cerca de 10 dias por estar envolvida no inquérito do STF que investiga a organização e o financiamento de atos antidemocráticos.