Igor Gadelha

União Brasil tenta manter controle da PEC 6X1 até no plenário

União Brasil quer repetir, na relatoria da PEC do fim da escala 6×1, estratégia usada por Hugo Motta na PEC da Segurança Pública

atualizado

metropoles.com

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Paulo Azi 1
1 de 1 Paulo Azi 1 - Foto: Giuliano Gazzoni/Metropoles

O União Brasil articula, nos bastidores, a manutenção do deputado federal Paulo Azi (União-BA) como relator da PEC do fim da escala 6×1 na comissão especial e no plenário da Câmara.

A sigla conseguiu emplacar Azi para relatar a proposta na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Agora, negocia com o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), para manter o deputado no posto nas demais fases de tramitação da PEC.

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Paulo Azi, relator da PEC 6x1
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Paulo Azi, relator da PEC 6x1
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Paulo Azi, relator da PEC 6x1

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Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

A aposta do União Brasil é que Azi será mantido na relatoria. A situação seria parecida com a do deputado Mendonça Filho (União-PE), que foi relator da PEC da Segurança tanto na CCJ quanto nas outras etapas de tramitação da proposta.

A coluna mostrou que integrantes do Palácio do Planalto avaliaram como “positiva” a indicação de Azi para relatar o fim da 6×1 na CCJ. O governo, no entanto, pretende tentar emplacar um nome mais alinhado à gestão petista nas demais fases.

Surfar na 6×1

Aliados de Azi disseram à coluna, sob reserva, que o relator vai tentar surfar na PEC que trata do fim da escala 6×1 durante a análise na CCJ. O colegiado analisa apenas a constitucionalidade do tema, sem alterar o mérito da proposta.

O relator, no entanto, fará audiência públicas para debater a redução da jornada de trabalho. Na semana passada, a CCJ aprovou um requerimento para realização de debates sobre o tema com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, e com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Azi ainda solicitou audiência com representantes de centrais sindicais, como a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a União Geral dos Trabalhadores (UGT) e a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).

O colegiado também deve ouvir membros da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

A primeira audiência será com o ministro do Trabalho e está prevista para a tarde da terça-feira (10/3). Em entrevista à coluna, Motta sinalizou que trata a PEC 6×1 como uma das prioridades e disse que pretende votar a proposta até maio no plenario.

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