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Igor Gadelha

Testemunha relata como foi a prisão de servidor com munição na Câmara

Testemunha ouvida pela coluna diz que servidor preso ao tentar entrar com munição na Câmara tem na faixa dos 50 anos e não reagiu à prisão

Repórter de Igor Gadelha10/12/2024 17:43, atualizado 10/12/2024 17:46
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Testemunha relata como foi a prisão de servidor com munição na Câmara

A prisão do servidor do Ministério da Saúde que tentou entrar com munição na Câmara dos Deputados, em Brasília, nesta terça-feira (10/12), foi testemunhada pelo géografo Edvar Lavratti.

À coluna, Lavratti contou que o homem, cuja identidade ainda não foi revelada, aparenta ter cerca de 50 anos de idade e tentou entrar na Câmara por volta das 13h30, pela portaria do anexo IV da Casa.

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Servidor do Ministério da Saúde é preso ao tentar entrar com munições na Câmara dos Deputados
Suspeito embalou 30 balas de pistola .380 em papel alumínio
Servidor é preso ao tentar entrar com munições na Câmara dos Deputados
Eduardo disse aos policiais que munições iriam para o Rio de Janeiro
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Eduardo disse aos policiais que munições iriam para o Rio de Janeiro

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Servidor do Ministério da Saúde é preso ao tentar entrar com munições na Câmara dos Deputados
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Servidor do Ministério da Saúde é preso ao tentar entrar com munições na Câmara dos Deputados

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Suspeito embalou 30 balas de pistola .380 em papel alumínio
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Suspeito embalou 30 balas de pistola .380 em papel alumínio

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Servidor é preso ao tentar entrar com munições na Câmara dos Deputados
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Servidor é preso ao tentar entrar com munições na Câmara dos Deputados

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A testemunha diz que, na hora em que os policiais legislativos detectaram a munição pelo raio-X e anunciaram que levariam o homem para a delegacia, o servidor não teria reagido.

“Eu estava bem atrás dele e ouvi na hora que os seguranças falaram que iam levar ele para a delegacia. Ele não reagiu, não falou nada. Não tentou se explicar. Achei tudo estranho, meio louco. Ele ficou meio paralisado, fingindo não estar entendendo. Parecia achar natural andar com um monte de munição”, relatou Edvar à coluna.

Ainda de acordo com a testemunhha, que foi à Câmara para visitar o deputado federal João Daniel (PT-SE), o homem teria dito apenas que iria enviar as munições para o Rio de Janeiro.

Como noticiou o Metrópoles, o suspeito foi levado para a delegacia da Polícia Legislativa Federal. Ele deve responder pelo crime de porte ilegal de munição, com pena  de 2 a 4 anos, além de multa.

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