
Igor GadelhaColunas

Resistência a cotados para ministro vira dor de cabeça para Lula
Resistência de alas do governo aos nomes cotados para virar ministro da Justiça ou da Segurança Pública vira dor de cabeça para Lula
atualizado
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A escolha dos dois novos ministros — um para o Ministério da Justiça e outro para o futuro Ministério da Segurança Pública — virou a mais nova dor de cabeça para o presidente Lula.
Isso porque a maioria dos nomes indicados, ao mesmo tempo em que possui padrinhos fortes, desperta resistência em outras alas do governo e até mesmo do próprio Lula.
Interlocutores do presidente da República explicam que é o caso, por exemplo, do ex-ministro da Justiça Tarso Genro, cujo nome chegou às mãos de Lula, mas não agradou ao mandatário petista.
Já a indicação do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, até agrada Lula. Andrei é um dos homens de confiança do presidente. Entretanto, seu nome enfrenta resistência na Casa Civil, comandada por Rui Costa.
Já Vinícius Marques de Carvalho, atual ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), e que está cotado como substituto de Ricardo Lewandowski na Justiça, não agrada à ala jurídica do governo Lula.
Novo ministério
Como mostrou a coluna, há uma forte concorrência para a indicação de um ministro para a Segurança Pública. O Conselho de Secretários Estaduais da área, por exemplo, tenta emplacar o nome de Chico Lucas, atual secretário no Piauí.
Outro nome que está na disputa é o de Wellington César, ex-secretário de Assuntos Jurídicos da Presidência e defendido pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa.





