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Igor Gadelha

Presidente da CPMI quer segurar convocação do irmão de Lula por ora

Presidente da CPMI do INSS quer aguardar o desenrolar da investigação antes de convocar irmão de Lula para depor na comissão

Repórter de Igor Gadelha21/08/2025 07:00, atualizado 25/08/2025 14:44
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Ricardo Stuckert/ PR
CPMI do INSS Frei Chico, irmão de Lula e dirigente do Sindnapi

O presidente da CPMI do INSS no Congresso, senador Carlos Viana (Podemos-MG), quer evitar chamar um dos irmãos do presidente Lula para depor logo no início dos trabalhos da comissão.

José Ferreira da Silva, o Frei Chico, é vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos, uma das entidades que chegou a ser alvo da operação da Polícia Federal que investiga a farra do INSS.

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Senador Carlos Viana
O senador Carlos Viana é   o presidente da CMPI do INSS
O senador Carlos Viana é   o presidente da CMPI do INSS
O senador Carlos Viana é   o presidente da CMPI do INSS
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O senador Carlos Viana é o presidente da CMPI do INSS

Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto
Senador Carlos Viana
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Senador Carlos Viana

Edilson Rodrigues/Agência Senado
O senador Carlos Viana é   o presidente da CMPI do INSS
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O senador Carlos Viana é o presidente da CMPI do INSS

Vinícius Schmidt/Metrópoles
O senador Carlos Viana é   o presidente da CMPI do INSS
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O senador Carlos Viana é o presidente da CMPI do INSS

Reprodução

Apesar de a convocação já ter sido protocolada, Viana avisou que aguardará o andamento das investigações para avaliar se o irmão de Lula está implicado no escândalo do INSS antes de chamá-lo para depor.

Segundo o próprio presidente da CPMI, um de seus desafios será evitar a politização das investigações. Sua prioridade, diz Viana, será primeiro ouvir ex-ministros da Previdência e ex-presidentes do INSS.

Além disso, o presidente da comissão pretende priorizar a convocação de presidentes de sindicatos envolvidos. No caso de Frei Chico, ele ocupa a vice-presidência do sindicato, que é ligado à Força Sindical.

A não convocação do irmão de Lula, ao menos nas primeiras semanas de trabalho da CPMI, tranquiliza o governo. Petistas admitiam, nos bastidores, que a oitiva de Frei Chico será “constrangedora” para o presidente.

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