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Igor Gadelha

O que a PF respondeu à Câmara sobre as investigações do Master

Polícia Federal, por meio do Ministério da Justiça, respondeu a parlamentares do Novo sobre andamento das investigações do Banco Master

Repórter de Igor Gadelha21/04/2026 16:34, atualizado 21/04/2026 17:42
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Daniel Vorcaro, dono do Banco Master
Daniel Vorcaro, do Banco Master -- Metrópoles

Em resposta a um requerimento de informação da Câmara dos Deputados, a Polícia Federal, por meio do Ministério da Justiça, se manifestou sobre as investigações em andamento a respeito do Caso Master.

O pedido de informação foi feito pelos deputados Adriana Ventura (Novo-SP) e Luiz Lima (Novo-RJ). Eles queriam saber detalhes da atuação da Polícia Federal e se há cooperação internacional nas investigações do Banco Master.

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Daniel Vorcaro
Vorcaro já havia sido preso em novembro
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master
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Daniel Vorcaro

Reprodução SAP
Vorcaro já havia sido preso em novembro
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Vorcaro já havia sido preso em novembro

Reprodução/SAP

Os parlamentares também questionaram se a PF e o Ministério da Justiça solicitaram acesso a documentos sigilosos em posse da Justiça sobre o Banco Master e seu dono, Daniel Vorcaro, bem como a natureza desses pedidos.

Em resposta, encaminhada à pasta pela chefe de gabinete da Direção-Geral substituta, Virgínia Vieira Rodrigues, o órgão afirmou apenas que o caso tramita em segredo de Justiça, sem responder aos questionamentos.

“Em atenção ao ofício em referência, relativo ao Requerimento de Informação Parlamentar – RIC nº 8050/2025, de autoria da deputada Adriana Ventura e outros (NOVO/SP), no qual ‘requer informações ao ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública, Sr. Ricardo Lewandowski, acerca da atuação da Polícia Federal em investigações relacionadas ao Banco Master, bem como sobre a cooperação institucional com outros órgãos e o tratamento de informações sigilosas em casos de grande impacto sobre recursos públicos’, esclarece-se que os fatos estão sob apuração em investigação que tramita sob segredo de justiça junto ao Supremo Tribunal Federal”, diz.

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