O conselho que Secom de Lula recebeu para melhorar imagem do governo
Ministro da Secom, Sidônio Palmeira recebeu conselho para melhorar a imagem do governo e, assim, ajudar na reeleição do presidente Lula
atualizado
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O ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência, Sidônio Palmeira, tem recebido conselhos sobre como melhorar a imagem do governo e, assim, ajudar na reeleição de Lula em 2026.
A coluna apurou que, nos últimos meses, Sidônio foi aconselhado por aliados e pessoas que já trabalharam com o ministro em campanhas eleitorais a reforçar uma marca do terceiro mandato de Lula.
Na avaliação dos aliados de Sidônio ouvidos pela coluna sob reserva, o Palácio do Planalto precisa mostrar aos eleitores regulares — ou seja, aos que já votam no petista — quais foram os avanços da gestão.
Para os conselheiros do chefe da Secom, a medida também terá impacto entre os eleitores indecisos na hora que forem escolher um candidato à Presidência da República.
Sob reserva, pessoas próximas a Sidônio afirmaram à coluna que a definição de uma marca do governo já é uma preocupação constante do chefe da Secom, que estuda as possibilidades desse selo.
As marcas de Lula
Em seu primeiro mandato, Lula ficou marcado pela implementação de programas sociais, como o Bolsa Família, que é a principal política de transferência de renda no Brasil.
Já a segunda gestão do petista ficou caracterizada pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que previa uma série de investimentos na área de infraestrutura do país.
Ao longo do terceiro mandato, o governo petista conseguiu implementar programas importantes, como a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais com a taxação dos super-ricos.
Agora, o Palácio do Planalto está investindo na defesa do fim da escala 6×1 ainda. A ideia é aprovar o tema ainda no primeiro semestre de 2026, para tentar impulsionar a campanha de reeleição de Lula.
Auxiliares presidenciais reconhecem a importância da isenção do IR e do fim da escala de trabalho 6×1. No entanto, admitem que essas iniciativas não têm força para ser, sozinhas, a principal marca do terceiro mandato de Lula.








