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Igor Gadelha

Nikolas Ferreira será relator de projeto de petista sobre fake news

Em um de seus últimos atos, presidente da CCJ da Câmara indicou Nikolas Ferreira como relator de um projeto sobre fake news nas eleições

19/12/2024 13:13, atualizado 19/12/2024 18:38
Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Bolsonaro Foto colorida do deputado federal Nikolas Ferreira - Metrópoles

Em seus últimos dias como presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, a deputada Caroline de Toni (PL-SC) entregou nas mãos de Nikolas Ferreira (PL-MG) um projeto sobre fake news nas eleições.

A parlamentar designou seu colega de partido como relator da proposta, que foi apresentada pela petista Érika Kokay (DF). O projeto criminaliza a disseminação em massa de fake news durante períodos eleitorais.

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Em 2024, Nikolas Ferreira presidiu a Comissão de Educação da Câmara
Nikolas Ferreira quer aumentar pena para furtos e roubos ocorridos em cenários de desastre
Deputado Nikolas Ferreira
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Deputado Nikolas Ferreira

Mário Agra/Câmara dos Deputados
Em 2024, Nikolas Ferreira presidiu a Comissão de Educação da Câmara
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Em 2024, Nikolas Ferreira presidiu a Comissão de Educação da Câmara

Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Nikolas Ferreira quer aumentar pena para furtos e roubos ocorridos em cenários de desastre
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Nikolas Ferreira quer aumentar pena para furtos e roubos ocorridos em cenários de desastre

Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

A proposta foi apresentada em junho de 2024, ou seja, antes das eleições municipais, e logo foi enviada para a CCJ. Mas só na quarta-feira (18/12) a presidente da comissão escolheu um relator .

Segundo o projetode Kokay, fica criminalizada a prática de “disseminar fatos sabidamente inverídicos, capazes de comprometer o processo eleitoral”, com pena de reclusão de dois a seis anos e multa.

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“No atual contexto histórico-político brasileiro, assistimos com imensa preocupação a profusão de uma verdadeira máquina de desinformação nas redes sociais e em tantos outros meios de comunicação, nos quais se confunde, seja por ignorância ou má-fé, liberdade de expressão com liberdade de atacar instituições democráticas e de destruir reputações alheias sem o menor pudor”, diz a petista.

Com o fim do ano legislativo na sexta-feira (20/12), o projeto só deve ser votado em 2025. Caso Nikolas não seja indicado como membro da CCJ no próximo ano, um novo relator será escolhido pelo futuro presidente do colegiado.