Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Igor Gadelha

Ministro de Lula topa "sacrifício" em 2026 para ser promovido

Ministro do Planalto fez chegar a Lula que topa se sacrificar nas eleições de 2026 em troca de ser promovido na reforma ministerial

18/02/2025 02:00, atualizado 18/02/2025 07:42
Compartilhar notícia
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Responsável pela articulação política do governo, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT), fez chegar ao presidente Lula que toparia ir para o “sacrifício” nas eleições de 2026 em troca de ser “promovido” na próxima reforma ministerial.

Padilha é cotado para ser transferido para o Ministério da Saúde, uma das pastas com maior orçamento da Esplanada. Seus concorrentes, porém, apontam como entrave o fato de que ele teria de deixar a pasta em abril de 2026 para disputar eleição.

Ministro de Lula topa “sacrifício” em 2026 para ser promovido - destaque galeria
3 imagens
Alexandre Padilha será o novo ministro da Saúde do governo Lula
Alexandre Padilha em entrevista à coluna de Igor Gadelha
Padilha chamou antigos aliados para o Ministério da Saúde
1 de 3

Padilha chamou antigos aliados para o Ministério da Saúde

Metroples
Alexandre Padilha será o novo ministro da Saúde do governo Lula
2 de 3

Alexandre Padilha será o novo ministro da Saúde do governo Lula

Metrópoles
Alexandre Padilha em entrevista à coluna de Igor Gadelha
3 de 3

Alexandre Padilha em entrevista à coluna de Igor Gadelha

Metrópoles

Ciente do “fogo amigo”, Padilha sinalizou a Lula que topa abrir mão de disputar reeleição para um terceiro mandato na Câmara dos Deputados em 2026. Dessa forma, ele continuaria no Ministério da Saúde até o fim do governo, sem precisar deixar a pasta em abril.

Receba no seu email as notícias da coluna Igor Gadelha

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Além de Padilha, outro nome cotado para suceder a ministra Nísia Trindade é o de Arthur Chioro. Também filiado ao PT, Chioro comandou o Ministério da Saúde no governo Dilma. Atualmente, ele preside a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares.