Igor Gadelha

Líder no Senado defende impeachment de Toffoli em razão do caso Master

Líder do PL no Senado, Carlos Portinho defende “impeachment” de Dias Toffoli por causa das relações do ministro do STF com o Banco Master

atualizado

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Rosinei Coutinho/SCO/STF
O ministro do STF Dias Toffoli
1 de 1 O ministro do STF Dias Toffoli - Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

O líder do PL no Senado, Carlos Portinho (RJ), defendeu que a Casa vote um pedido de impeachment do ministro do STF Dias Toffoli após revelações do Metrópoles sobre a relação do magistrado com o Banco Master.

À coluna o senador fluminense sustentou que a situação “não tem nada a ver” com a disputa entre direita e esquerda e afirmou que é preciso que os “grandes homens da República” se levantem para tratar do caso.

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Jefferson Rudy/Agência Senado
“Impeachment. Isso nada tem a ver com disputa política entre direita e esquerda. É muito maior. Ministros do STF envolvidos com fraudes, jogo e dinheiro da narcomilícia. É muito sério. O Senado e os grandes homens da República têm que se levantar”, disse Portinho à coluna.

Conforme revelou o Metrópoles, na coluna Andreza Matais, Toffoli é apontado por funcionários como “dono” de um resort no Paraná que era de sua família e foi vendido para um advogado da J&F.

Posteriormente, as ações do hotel foram adquiridas por um fundo que tinha como investidor o pastor e empresário Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Toffoli é o relator do caso Master no STF.

“O Banco Master era uma lavanderia. Mais que um lava-jato: a lavanderia do Brasil. Lá cabia dinheiro do PCC, Igreja, ministros do STF, empresários fazendo rolagem e dinheiro para campanhas. Cabia tudo porque era amparado em contratos advocatícios de gente próxima a um Poder da República que tem a caneta e a decisão final. Proteção vendida, prática criminosa de milícia, por exemplo”, afirmou o líder do PL à coluna.

Até a tarde da quarta-feira (21/1), não havia no Senado qualquer pedido de impeachment de Toffoli com base no caso Master. O ministro, vale lembrar, relata o caso no Supremo.

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