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Juiz nega pedido da defesa e mantém transferência de Ribeiro para o DF

Ex-ministro da Educação foi preso pela PF nesta quarta-feira (22/6) em sua casa na cidade de Santos (SP)

atualizado 22/06/2022 16:22

Ministro da Educação, Milton Ribeiro em dia Nacional do Voluntariado. Ele não usa máscara e está de terno - MetrópolesRafaela Felicciano/Metrópoles

O juiz Renato Borelli, da 15ª Vara Federal de Brasília, negou o pedido da defesa do ex-ministro Milton Ribeiro para que o ex-titular do MEC permanecesse preso em Santos (SP) e participasse por videoconferência da audiência de custódia marcada para a tarde desta quinta-feira (23/6).

A negativa foi informada pelo magistrado durante despacho com o advogado de Ribeiro, Daniel Bialski, no início da tarde desta quarta-feira (22/6). Com isso, Borelli manteve sua ordem anterior para transferir o ex-ministro para Brasília, onde será realizada a audiência.

À coluna, Bialski confirmou a decisão do magistrado. O advogado informou ainda que o juiz federal também negou à defesa acesso à íntegra dos autos do processo e da decisão judicial que baseia o pedido de prisão do ex-ministro. Ribeiro foi preso na manhã desta quarta em Santos (SP).

“Não me deram vista de nada. O juiz disse que só vai me dar vista amanhã. Mas mesmo assim eu vou fazer um habeas corpus, um mandado de segurança, para poder ter vista. Não tem cabimento você prender alguém sem dizer os motivos, nem dar vista ao advogado”, afirmou o advogado à coluna.

Como a coluna noticiou mais cedo, no mandado de prisão, Borelli ordenou que Milton Ribeiro fosse transferido para a Superintendência da Polícia Federal em Brasília. A audiência de custódia ocorrerá na sala de audiências da 15ª Vara Federal, na mesma cidade.

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