Igor Gadelha

Invasão a plenários faz petistas sentirem “saudades” de Arthur Lira

Petistas dizem que, caso Arthur Lira fosse o presidente da Câmara, invasão de bolsonarista ao plenário da Casa sequer teria acontecido

atualizado

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Mario Agra / Câmara dos Deputados
Foto colorida do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), sorrindo - Metrópoles
1 de 1 Foto colorida do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), sorrindo - Metrópoles - Foto: Mario Agra / Câmara dos Deputados

A invasão bolsonarista aos plenários do Congresso Nacional para pressionar pela anistia e pelo impeachment do ministro Alexandre de Moraes fez petistas sentirem “saudades” do ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL).

Com a impossibilidade de sessões no plenário da Casa no início da semana, deputados do PT que circulavam pelo Salão Verde na quarta-feira (6/8) comentavam que, se Lira fosse o presidente da Câmara, a invasão sequer teria acontecido.

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Arthur Lira foi escolhido como relator da proposta de reforma do IR
Arthur Lira, ex-presidente da Câmara
O ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL)
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O ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL)

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Arthur Lira foi escolhido como relator da proposta de reforma do IR
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Arthur Lira foi escolhido como relator da proposta de reforma do IR

Marina Ramos/Câmara dos Deputados
Arthur Lira, ex-presidente da Câmara
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Arthur Lira, ex-presidente da Câmara

Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto

Na visão de petistas, ao contrário de Hugo Motta (Republicanos-PB), Lira teria uma postura mais bélica diante da pressão bolsonarista e teria acionado a polícia legislativa e o Conselho de Ética contra os deputados, encerrando a invasão.

Lira também foi acionado por lideranças bolsonaristas. No auge da tensão, na noite da quarta-feira, o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), e deputados do Centrão foram ao gabinete do ex-presidente da Casa em busca de um acordo para o impasse.

Motta, por sua vez, deixou a invasão da oposição ao plenário correr durante dois dias. O atual presidente da Câmara chegou a ter a chancela dos líderes para acionar a polícia legislativa contra os bolsonaristas, mas preferiu negociar uma solução.

O deputado só conseguiu abrir a sessão por volta das 22h30 da quarta-feira, após horas de negociações. Não houve, porém, votações. Motta também não chegou a punir nenhum dos parlamentares que atuaram no bloqueio. Pelo menos até agora.

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