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Igor Gadelha

Indiciado pela PF, Valdemar escapa da denúncia da PGR

Presidente do PL, Valdemar Costa Neto não consta na lista de indiciados pela PGR no inquérito do golpe, apesar de ter sido indicado pela PF

18/02/2025 21:25, atualizado 18/02/2025 21:35
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Igo Estrela/Metrópoles
Imagem colorida mostra Valdemar da Costa Neto na superintendência da PF, em Brasília, onde estava preso - Metrópoles

Um dos cerca de 40 indiciados pela Polícia Federal (PF) no inquérito do golpe, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, escapou da denúncia feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao STF nesta terça-feira (18/2).

O nome do cacique do PL não consta em nenhuma das 272 páginas do documento em que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, denuncia o ex-presidente Jair Bolsonaro e outras 33 pessoas no âmbito do inquérito.

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O ex-presidente Jair Bolsonaro
A expectativa é de que Mauro Cid comece agora a cumprir a pena de dois anos, determinada em razão da participação na trama golpista
General Walter Braga Netto
Anderson Torres foi indiciado pela PF
Alexandre Ramagem
O procurador-geral da República, Paulo Gonet
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O procurador-geral da República, Paulo Gonet

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O ex-presidente Jair Bolsonaro
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O ex-presidente Jair Bolsonaro

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A expectativa é de que Mauro Cid comece agora a cumprir a pena de dois anos, determinada em razão da participação na trama golpista
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A expectativa é de que Mauro Cid comece agora a cumprir a pena de dois anos, determinada em razão da participação na trama golpista

Vinícius Schmidt/Metrópoles
General Walter Braga Netto
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General Walter Braga Netto

Fernando Frazão/ Agência Brasil
Anderson Torres foi indiciado pela PF
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Anderson Torres foi indiciado pela PF

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Alexandre Ramagem
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Alexandre Ramagem

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Almirante Almir Garnier foi condenado a 24 anos
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Almirante Almir Garnier foi condenado a 24 anos

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Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira
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Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira

Agência Brasil
O general Augusto Heleno, ministro-chefe do GSI no governo Bolsonaro
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O general Augusto Heleno, ministro-chefe do GSI no governo Bolsonaro

Hugo Barreto/Metrópoles

O relatório final da Polícia Federal, cujo teor foi divulgado em novembro, dizia que Valdemar foi indiciado por atuar “de forma coordenada” para manter Bolsonaro no poder.

Segundo o documento, o presidente nacional do PL teria praticado os crimes de associação criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

A PF havia concluído que o cacique tinha “ciência da falsidade das alegações de fraude eleitoral e, mesmo assim, as utilizou para tentar anular o resultado das eleições de 2022”.

Além disso, segundo a PF, a participação de Valdemar no esquema golpista se deu, entre outras ações, por meio da “Representação Eleitoral para Verificação Extraordinária” junto ao TSE questionando as urnas.

“Essa representação foi elaborada com a participação de diversos membros da organização criminosa, incluindo Carlos Rocha e Éder Balbino, com quem Valdemar mantinha contato direto”, diz um trecho do documento da Polícia Federal.

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