Igor Gadelha

Flávio encontra Rubio e JD Vance e discute facções e decretos de Lula. Vídeo

Após encontro com Donald Trump, Flávio Bolsonaro se reuniu com secretário de Estado americano, Marco Rubio, e com vice-presidente JD Vance

atualizado

metropoles.com

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Reprodução/Redes sociais
Marco Rubio e Flávio Bolsonaro
1 de 1 Marco Rubio e Flávio Bolsonaro - Foto: Reprodução/Redes sociais

Washington — Um dia após se reunir com Donald Trump, o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou à Casa Branca na tarde desta quarta-feira (27/5) para reuniões com o secretário de Estado, Marco Rubio, e com o vice-presidente americano, JD Vance.

Segundo Flávio, dois temas principais foram tratados nas conversas com Rubio e Vance: a classificação das facções brasileiras Comando Vermelho (CV) e PCC como organizações terroristas e os decretos do governo Lula que fixaram novas regras para as big techs no Brasil.

“No dia de hoje fomos convidados também para estar com o secretário Marco Rubio. Foi mais uma conversa também muito cordial, onde reforçamos a importância de unirmos os esforços no combate ao crime organizado. Batemos de novo na mesma tecla de que os Estados Unidos deveriam, sim, classificar CV e PCC como organizações terroristas e, se Deus quiser, a partir de 2027, o Brasil vai ser um aliado no combate ao crime organizado diferente do atual governo que parece proteger esses marginal”, relatou Flávio em conversa com a imprensa após os encontros.

O senador afirmou ter conversado com Rubio por pouco mais de 30 minutos e destacou que o secretário de Estado foi mais “enfático” que outros integrantes da administração Trump na defesa da classificação do PCC e do CV como organizações terroristas.

“Ele aparentou a nós ser mais favorável a essa pauta. (…) Ele foi enfático em dizer que sabia da importância… Ele foi mais direto apenas, mais explícito. Não quer dizer que os outros também não entendam dessa forma”, declarou.

A reunião com JD Vance

Flávio contou que, na reunião com o vice-presidente americano, o próprio JD Vance “perguntou sobre como estava a situação da liberdade de expressão e de imprensa no Brasil”. Nesse momento, o senador disse, então, ter comentado sobre os recentes decretos de Lula.

Flávio afirmou ter dito que os decretos de Lula seriam “um ameaça a liberdade de expressão e que nos preocupava muito”. Ele ressaltou que não houve pedido dos americanos em relação ao tema e disse ter lembrado a Vance que Lula pediu “ajuda para China para regular as redes sociais no Brasil”.

Flávio evita falar sobre Cláudio Castro

Na conversa com jornalistas, Flávio se recusou a comentar sobre a operação da Polícia Federal contra o ex-governador Cláudio Castro (PL) no âmbito do Caso Master e sobre a possível aliança eleitoral entre os presidenciáveis Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD).

“Vamos falar só da minha viagem aqui. No Brasil eu falo com vocês sobre isso”, desconversou.

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