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Igor Gadelha

Ex-secretário de Dino joga "balde de água fria" em indiciamentos da PF

Ex-secretário Nacional de Justiça de Flávio Dino jogou "balde de água fria" nas comemorações pelo indiciamento de Jair Bolsonaro pela PF

21/11/2024 17:17
Rodrigo Costa/Alesp
Augusto de Arruda Botelho

Ex-secretário do Ministério da Justiça durante a gestão de Flávio Dino na pasta, o advogado Augusto de Arruda Botelho jogou um “balde de água fria” após a Polícia Federal indiciar Jair Bolsonaro no inquérito do golpe.

Augusto escreveu nas redes sociais que o indiciamento pela PF está longe de significar uma condenação. O advogado ressaltou que o indiciamento significa apenas que a pessoa é oficialmente investigada.

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Jair Bolsonaro e Braga Netto
Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, na saída da PF, em Brasília
Jair Bolsonaro é acusado de tramar golpe de Estado em 2022
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Jair Bolsonaro é acusado de tramar golpe de Estado em 2022

Igo Estrela/Metrópoles @igoestrela
Jair Bolsonaro e Braga Netto
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Jair Bolsonaro e Braga Netto

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, na saída da PF, em Brasília
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Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, na saída da PF, em Brasília

Igo Estrela/Metrópoles
“Sem querer jogar um balde de água fria, mas indiciamento significa que a pessoa está oficialmente sendo investigada e que há indícios de autoria. Ou seja, indiciamento é o começo do começo do começo do inicio”, disse Botelho, que foi secretário Nacional de Justiça.

Nesta quinta-feira (21/11), a PF enviou para o STF o inquérito do golpe com 37 pessoas indiciadas por suposta tentativa de golpe de Estado após a derrota de Bolsonaro para Lula nas eleições de 2022.

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Entre os indiciados estão seis generais do Exército. Entre eles, três são ex-ministros do governo Bolsonaro: Augusto Heleno, Braga Netto e Paulo Sérgio Nogueira.

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Foram indiciados ainda dois delegados da PF: Anderson Torres, ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro, e Alexandre Ramagem, atualmente deputado federal pelo PL do Rio de Janeiro.