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Igor Gadelha

Ex-ministro de Lula tenta puxar tapete de colega para comandar CCJ

Deputado que foi ministro das Comunicações de Lula tenta desbancar colega de partido para assumir a presidência da CCJ da Câmara em 2026

04/02/2026 17:33, atualizado 04/02/2026 22:47
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Vinícius Schmidt/Metrópoles
Juscelino Filho, ministro das Comunicações

Ex-ministro das Comunicações do governo Lula, o deputado Juscelino Filho (União-MA) atua, nos bastidores, para desbancar um colega de partido e conseguir o comando da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

Segundo apurou a coluna, o ex-ministro procurou o líder do União Brasil na Casa, Pedro Lucas (MA), pedindo para ser indicado para a presidência da CCJ no lugar de Leur Lomanto Júnior (União-BA), nome escolhido pela sigla.

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Juscelino Filho e a irmã, a ex-prefeita de Vitorino Freire (MA) Luanna Rezende
Deputado Juscelino Filho (União Brasil-MA)
Deputado Juscelino Filho (União Brasil-MA)
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Deputado Juscelino Filho (União Brasil-MA)

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Juscelino Filho e a irmã, a ex-prefeita de Vitorino Freire (MA) Luanna Rezende
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Juscelino Filho e a irmã, a ex-prefeita de Vitorino Freire (MA) Luanna Rezende

Divulgação
Deputado Juscelino Filho (União Brasil-MA)
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Deputado Juscelino Filho (União Brasil-MA)

Vinícius Schmidt/Metrópoles

Parlamentares do União Brasil dizem que Juscelino tem reclamado que estaria “apagado” na Câmara e que precisaria da presidência CCJ para “limpar seu nome” após uma conturbada saída do Ministério das Comunicações em 2025.

Juscelino pediu demissão do governo após ser denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em uma investigação sobre desvio de emendas parlamentares  no Maranhão. O deputado nega as irregularidades.

Pelo acordo fechado entre os partidos, o União Brasil ficou com a CCJ em 2025 e 2026. No rodízio interno da sigla, Paulo Azi (União-BA) assumiu a presidência da comissão em 2025 e agora será a vez de Lomanto.

Apesar da insistência de Juscelino, interlocutores do líder do União Brasil afirmam que a indicação de Lomanto para a CCJ está acertada. O líder chegou a oferecer a Comissão de Educação, mas o ex-ministro recusou.

A CCJ é uma das comissões mais importantes da Casa. É ela que analisa a constitucionalidade dos projetos de lei, propostas de emenda à Constituição, bem como a prisão de deputados.

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