Igor Gadelha

Ex-aliado pede para PGR investigar Lula e Janja por visita à favela

Ex-aliado de Lula, deputado protocolou notícia-crime para que PGR investigue visita de Lula à favela intermediada por ONG ligada ao PCC

atualizado

metropoles.com

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Cláudio Kbene/ PR
Lula na Favela do Moinho
1 de 1 Lula na Favela do Moinho - Foto: Cláudio Kbene/ PR

Considerado até então um dos parlamentarees evangélicos mais próximos de Lula, o deputado Otoni de Paula (MDB-RJ) pediu nesta terça-feira (8/7) que a PGR investigue o presidente pela visita à Favela do Moinho, em São paulo.

Como noiticiou o Metrópoles, na coluna de Andreza Matais, a ida do atual chefe do Palácio do Planalto à comunidade foi articulada por uma ONG com ligações com a facção criminosa PCC.

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Otoni de Paula
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Discurso de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Favela do Moinho, em São Paulo
O presidente Lula
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Paulo Mumia/BRICS Brasil
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Reprodução
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Discurso de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Favela do Moinho, em São Paulo
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Discurso de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Favela do Moinho, em São Paulo

Cláudio Kbene/ Divulgação PR
O presidente Lula
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O presidente Lula

Marcelo Câmara/Agência Brasil

Otoni pediu que a Procuradoria-Geral da República investigue as autoridades, incluindo Lula e a primeira-dama Janja, por possíveis atos ilícitos relacionados à negociação com a organização ligada ao PCC.

“Os fatos narrados revelam indícios suficientes da possível prática de ilícitos penais por parte de autoridades públicas federais, incluindo o presidente da República e a primeira-dama, notadamente diante do contexto de reuniões institucionais mantidas com associação comunitária que, conforme amplamente divulgado pela imprensa, mantém vínculos com organização criminosa de alta periculosidade — o Primeiro Comando da Capital (PCC)”, justifica o deputado.

Para Otoni, os envolvidos podem ter incorrido em crimes de prevaricação, associação e organização criminosa  e advocacia administrativa, quando o servidor público utiliza sua função para patrocinar interesse privado.

“Tais condutas, caso confirmadas, não apenas violam os princípios da legalidade, moralidade e impessoalidade administrativa, mas configuram ameaça concreta à ordem pública e à segurança institucional do Estado, tornando imprescindível a apuração rigorosa pela Procuradoria-Geral da República, inclusive com eventual requerimento de abertura de inquérito perante o Supremo Tribunal Federal”, completa Otoni.

Pedido de impeachment

Como mostrou a coluna, Otoni já havia sinalizado um rompimento com o governo Lula na última semana, quando foi ao plenário da Câmara pedir a abertura de processo de impeachment contra Lula.

O motivo alegado por Otoni foi uma entrevista na qual o presidente da República afirmou que não conseguiria governar o Brasil, sem acionar o STF contra decisões do Congresso.

Segundo Otoni, a fala de Lula foi um “escândalo”. Para o deputado, é necessário que o PL, partido de Jair Bolsonaro, comece a articular o impeachment do petista, mesmo faltando pouco mais de um ano para a eleição.

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