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Igor Gadelha

Erika Hilton busca Motta para destravar PL da Misoginia na Câmara

Deputada Erika Hilton vai sugerir ao presidente da Câmara, Hugo Mottar, iniciar o debate sobre o PL da Misoginia na Comissão da Mulher

18/04/2026 09:00, atualizado 18/04/2026 13:14
LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova
Deputada Erika Hilton

A deputada federal Erika Hilton (PSol-SP) decidiu procurar o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), na próxima semana para tentar destravar a análise do PL da Misoginia na Casa.

À coluna, Erika disse que o ideal seria aprovar um requerimento de urgência e votar a proposta diretamente no plenário. Motta, contudo, sinalizou a líderes que o projeto só deve ser analisado após as eleições.

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A deputada Erika Hilton
Presidente da Comissão dos Direitos da Mulher, Erika Hilton (PSol-SP)
Presidente da Comissão dos Direitos da Mulher, Erika Hilton (PSol-SP)
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Presidente da Comissão dos Direitos da Mulher, Erika Hilton (PSol-SP)

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
A deputada Erika Hilton
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A deputada Erika Hilton

LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova
Presidente da Comissão dos Direitos da Mulher, Erika Hilton (PSol-SP)
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Presidente da Comissão dos Direitos da Mulher, Erika Hilton (PSol-SP)

HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto

Diante dessa perspectiva, a deputada do PSol vai sugerir ao presidente da Câmara que inicie a tramitação da proposta na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, comandada por ela ao longo de 2026.

“Eu acho que a Comissão das Mulheres tem o dever de fazer essa discussão. Já vai tramitando, levando o debate adiante, conversando com a sociedade, com as deputadas, indica uma relatora na comissão e faz a discussão da matéria, porque pelo menos o texto não fica esquecido e não fica parado. É uma matéria muito importante”, afirmou.

Na avaliação de Erika Hilton, essa alternativa seria um meio-termo para destravar o tema e garantir que a proposta seja debatida e, depois, levada ao plenário com a discussão já amadurecida.

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Aprovado no Senado

Já aprovado pelo Senado, o projeto inclui a misoginia na Lei do Racismo e prevê penas de 2 a 5 anos, além de multa. Caso a proposta seja aprovada na Câmara sem modificações, seguirá para sanção do presidente Lula.