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Igor Gadelha

Cúpula da CPMI joga a toalha sobre STF: “Só sobra Deus para recorrer”

Após decisão de Flávio Dino derrubando quebra de sigilo da amiga de Lulinha, cúpula da CPMI admite não ter o que fazer para obter documento

atualizado

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CPMI do INSS ouve, Aline Bárbara Mota de Sá Cabral, ex-secretária de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, em depoimento no Senado Metrópoles 1
1 de 1 CPMI do INSS ouve, Aline Bárbara Mota de Sá Cabral, ex-secretária de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, em depoimento no Senado Metrópoles 1 - Foto: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

Membros da cúpula da CPMI do INSS dizem, nos bastidores, ter jogado a toalha quanto às chances de reverter decisões de ministros do STF que dificultam depoimentos e quebras de sigilo aprovados pela comissão.

Após o ministro Flávio Dino suspender, na quarta-feira (4/3), a quebra dos sigilos da empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, parlamentares da CPMI chegaram a dizer que o colegiado “morreu”.

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Sessão da CPMI do INSS
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Carlos Moura/Agência Senado

A avaliação é a de que eventuais recursos ao próprio Supremo contra decisões de ministros da Corte não terão eficácia. Para a cúpula da CPMI, o despacho de Dino também inviabiliza novas quebras de sigilos.

Na quarta-feira, o relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), afirmou à coluna que “só sobrou a Deus para recorrer”. Ele lembra que eventual recuso da CPMI seria apreciado pelo próprio Dino.

Como já mostrou a coluna, membros do colegiado também acreditam que será impossível convencer o relator do Caso Master no STF, ministro André Mendonça, a obrigar o banqueiro Daniel Vorcaro a depor na CPMI.

CPMI vai mudar estratégia

Diante das consecutivas derrotas no STF, integrantes da comissão falam em mudar a estratégia. A ideia é concentrar críticas na Corte e sustentar que Lulinha e outros investigados foram “blindados” após a explosão do Caso Master.

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