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Igor Gadelha

Por que foi Dino e não Mendonça que deu decisão sobre amiga de Lulinha

Embora André Mendonça seja o relator da "Farra do INSS" no STF, foi Flávio Dino quem suspendeu quebra dos sigilos da amiga de Lulinha

04/03/2026 16:16
Reprodução
Imagem colorida de André Mendonça e Flávio Dino em plenário

A decisão do ministro do STF Flávio Dino suspendendo a quebra dos sigilos da empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, pela CPMI do INSS foi alvo de questionamentos da oposição.

Desde que o despacho veio à tona, lideranças bolsonaristas passaram a questionar por que o autor da decisão foi Dino, e não o ministro André Mendonça, relator da “Farra do INSS” no Supremo.

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Ministro André Mendonça
Lulinha e Roberta Luchsinger
Ministro Flávio Dino, do STF
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Ministro Flávio Dino, do STF

Gustavo Moreno/STF
Ministro André Mendonça
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Ministro André Mendonça

Igo Estrela/ Metrópoles
Lulinha e Roberta Luchsinger
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Lulinha e Roberta Luchsinger

Arte/ Metrópoles

Segundo fontes do STF, Dino deu a decisão porque foi sorteado como relator. Como se tratava de um mandado de segurança, não houve distribuição para Mendona por meio da chamada “prevenção”.

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De acordo com integrantes da Corte, a jurisprudência do tribunal prevê que mandados de segurança sobre atos de CPIs são distribuídos pelo sistema do Supremo, sem prevenção.

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A decisão de Dino, segundo fontes do STF, se restringe apenas à CPMI e em nada afeta a quebra de sigilos já determinadas por Mendonça no âmbito do inquérito que tramita na Corte.