Igor Gadelha

Congresso pode atrapalhar planos de Lula de criar novo ministério

Aliados de Lula dizem que governo terá dificuldade em criar Ministério da Segurança Pública em pleno ano eleitoral

atualizado

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Lula
1 de 1 Lula - Foto: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

Aliados do presidente Lula no Congresso admitem, nos bastidores, que, apesar da vontade do presidente, não será tarefa simples criar, em pleno ano eleitoral, o Ministério da Segurança Pública.

Para criar uma nova pasta, Lula teria de submeter uma medida provisória ao Parlamento, em um momento em que a relação com o Congresso, em especial com o Senado, não é das melhores.

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Lula, Hugo Motta e Davi Alcolumbre
Lula e Davi Alcolumbre
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP)
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A votação da criação, por meio de medida provisória, cairia nas mãos do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), que está insatisfeito com a escolha de Jorge Messias para a vaga de ministro do STF.

Alcolumbre seria o responsável por criar a comissão mista que debateria a medida provisória. Na sequência, o texto teria de ser votado na Câmara, onde o governo conta com uma base reduzida, como mostraram votações recentes.

Depois, a criação do novo ministério precisaria ser aprovada no Senado. Rotineiramente, medidas provisórias chegam à Casa prestes a perder a validade.

A criação do Ministério da Segurança Pública é apontada como um dos motivos que levariam o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, a deixar o governo, já que sua pasta ficaria enfraquecida, com menos atribuições.

Como mostrou o Metrópoles, Lewandowski avisou alguns aliados que deve deixar o ministério até o fim desta semana. Os mais cotados para sucedê-lo são o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e o ministro da Controladoria-Geral da União, Vinicius Marques de Carvalho.

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